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Jornal Diário de Suzano - 28/11/2021
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Mais de cinco mil pais e responsáveis participam da consulta pública sobre o retorno presencial em Mogi

Por De Mogi23 OUT 2021 - 22h00
Educação divulgou o resultado de consulta públicaFoto: Divulgação/PMMC
A Secretaria de Educação de Mogi das Cruzes divulgou nesta sexta-feira (22/10) o resultado da consulta pública, realizada junto ao GAEPE Mogi, sobre o retorno presencial na rede municipal de ensino. A pesquisa foi respondida por 5.266 pais e responsáveis e buscou levantar as principais razões pelas quais os estudantes ainda não estão frequentando as aulas presenciais. Os motivos mais indicados pelos pais e responsáveis foram relacionados à vacinação.
 
A consulta foi realizada entre os dias 21 de setembro e 5 de outubro pelo aplicativo Educa+Mogi ou pelo portal da Secretaria de Educação, com acesso somente pelo RA do aluno. Do total de participantes, 48% indicaram que seus filhos retornaram ao ensino presencial. Sobre os motivos do não retorno às atividades presenciais, os participantes puderam responder mais de um motivo, dentre 10 possibilidades, por isso os percentuais abaixo descritos superam a soma de 100%. 
 
Três das questões relacionadas à vacinação reuniram 2.526 respostas, o que representa 92% entre os pais e responsáveis cujos filhos ainda não retornaram presencialmente. Deste total, a opção mais escolhida foi a espera pela vacinação das crianças, com 1.172 respondentes (43%). Outros 789 participantes (29%) são contra o retorno presencial até que toda a sociedade esteja totalmente vacinada e 565 (20%) disseram que seus filhos não retornaram às aulas devido a familiares que ainda não receberam a segunda dose da vacina.
 
Na faixa de 26% dos respondentes que ainda não aderiram ao retorno presencial os motivos apontados foram a preocupação com a escola em ser um ambiente seguro e o fato de considerar ainda alto o número de casos de Covid-19. Ainda, 10% do total afirmaram que a organização do revezamento nas unidades com os grupos-controle não é compatível com a rotina da família. As opções menos indicadas pelos pais e responsáveis foram o fato da escola estar em obras (2%), a preferência pela proximidade com os familiares (3%) e a indicação médica para que o filho/filha não retorne, em função de comorbidades (4%). 

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