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Jornal Diário de Suzano - 28/02/2020
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Manisfestação contra pedágio na Mogi-Dutra acontece neste sábado

Expectativa é superar o número de participantes da primeira manifestação e reunir muito mais que 400 veículos

Por da Região14 FEV 2020 - 21h21
Segunda manisfestação acontece nesse sábadoFoto: Sabrina Silva/DS

O Movimento “Pedágio Não” organiza uma grande manifestação neste sábado, dia 15 de fevereiro, das 10 às 13 horas, no acesso à Mogi-Dutra (Rodovia Pedro Eroles, altura do número 1.600), com perspectiva de ser a maior de todas já realizadas na cidade.

A expectativa é superar o número de participantes da primeira manifestação e reunir muito mais que 400 veículos contra a instalação de um pedágio em Mogi das Cruzes, proposto em projeto da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp).

Desta vez, além dos motoristas, a manifestação contará com a participação dos caminhoneiros, que aderiram fortemente ao movimento, por meio do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos, e dos ciclistas,bem como das entidades representativas da cidade e região, que já somam forças contra o pedágio, e da própria imprensa, que está junto nesta batalha.

Ponto de encontro

Parte dos integrantes da manifestação dará início à carreata, às 9 horas, nas imediações do Condomínio Aruã (Estrada Joel Hermenegildo Barbieri, 100), partindo em direção ao ponto de encontro geral.

Outra parte dos manifestantes - um grupo de ciclistas - partirá da Estação Ferroviária de Mogi das Cruzes, às 9 horas, também em direção ao ponto de encontro geral.

O objetivo é mostrar a total insatisfação do cidadão, principalmente o mogiano, em relação à instalação de uma praça de pedágio no município, o que vai resultar em muitos prejuízos, não só para quem utiliza a via todos os dias, mas para todas as pessoas, já que o pedágio vai interferir no preço de serviços e produtos na cidade e redondezas, sem contar que ele repartirá a cidade em duas, afetando especialmente os moradores daquela região.

Além disso, o projeto não apresenta benefícios significativos para Mogi das Cruzes, o que revolta ainda mais os mogianos, que terão que pagar a conta duas vezes, uma vez que a Mogi-Dutra e a Mogi-Bertioga foram construídas com dinheiro municipal.

Abaixo-assinado

O Movimento “Pedágio Não” já conta com mais de 43 mil assinaturas em seu abaixo-assinado, sendo cerca de 33 mil no online e mais de 10 mil no físico. Até o momento, são mais de 70 pontos de coletas de assinaturas espalhados por Mogi das Cruzes e região.

Políticos

Outro reforço vem da parte política, com o apoio do prefeito de Mogi das Cruzes, Marcus Mello, que já reforçou ser contra o pedágio, e dos deputados que representam a cidade, como o deputado estadual, Marcos Damásio, e o deputado federal, Marco Bertaiolli.

Além disso, foi aprovada em sessão ordinária da Câmara de Mogi das Cruzes, do dia 12 de fevereiro, uma Comissão Especial de Vereadores (CEV) para estudos referentes à possível instalação do pedágio na Mogi-Dutra e para tentar barrar a implantação da praça tarifária ne entrada da cidade.

Artesp

Em reportagem publicada hoje (14) em um veículo de comunicação local, a Artesp se pronunciou, informando por meio de nota, que se diz “ciente das demandas e preocupações da região de Mogi e irá propor uma nova localização para a praça do futuro pedágio com tratamento tarifário diferenciado”. A Agência não deu mais detalhes até o momento e o movimento contra o pedágio vai continuar.

 

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