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Jornal Diário de Suzano - 22/09/2020
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Pesquisas mostram 90% dos pais contrários ao retorno das aulas no Alto Tietê

Estado adia calendário de retorno para outubro e prefeitos estudam as possibilidade; óbitos na região reduzem

Por da Região08 AGO 2020 - 05h00
Cerca de 90% dos pais da região são contrários ao retornoFoto: Divulgação
Prévia de pesquisas realizadas pelas cidades do Alto Tietê revela que 90% dos pais são contrários a volta às aulas presenciais na região.
 
O governo do Estado anunciou, ontem, que o retorno das aulas, previsto para 8 de setembro, foi adiado para 7 de outubro (veja mais no caderno de nacional).
 
Em reunião na tarde desta de ontem, os prefeitos do Condemat revelaram que a retomada das aulas presenciais é a decisão mais difícil dessa pandemia, por envolver milhares de profissionais e estudantes, sendo a rede municipal voltada.
 
principalmente para a educação infantil. Eles manifestam a importância do adiamento do calendário de volta às aulas.
 
"Se tivesse que tomar uma decisão hoje sobre a volta das aulas presenciais em setembro, como previsto inicialmente, o Alto Tietê se posicionaria pela postergação do calendário. Com o anúncio do Estado de adiamento para outubro, as cidades terão mais tempo para avaliar os impactos e planejar a retomada, dentro de um cenário que é muito dinâmico", ressalta o presidente do Condemat, prefeito Adriano Leite (PL). 
 
Dez das 11 cidades da região, que estão na fase amarela, já fizeram ou estão concluindo as consultas públicas com pais sobre a volta das aulas presenciais. Em todas elas, os resultados contrários variam de 75 a 95%.
 
"São números que não podem ser menosprezados. Por isso mesmo, a decisão de volta às aulas no Alto Tietê será tomada com muita calma e baseada nos indicadores que a região apresentar nas próximas semanas", finaliza o presidente do consórcio.
 
Óbitos reduzem
 
Em um mês, o Alto Tietê reduziu em 44% os óbitos por coronavírus. Na 10ª atualização do Plano SP, apresentada hoje (07/08) pelo governo estadual, a região registrou reduções também no número de internações e de ocupação de leitos de UTI. O desempenho é um dos melhores do Estado e possibilita que, ao entrar na quinta semana consecutiva da fase amarela, tenha flexibilidade para começar a retomada de eventos, convenções e atividades culturais.
 
Em 10 de julho, quando mudou para a fase amarela, o Alto Tietê registrava uma variação de 1,34 nos óbitos. Hoje, esse índice caiu para 0,75. A região contabiliza, segundo a estatística estadual, 2.053 vítimas fatais. Esse número considera as 11 cidades do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê que integram a sub-região leste da Grande São Paulo (Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Guarulhos, Itaquaquetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Suzano).
 
Nas internações, a redução foi de 4% - era 0,98 em 10 de julho e hoje está em 0,94. Na ocupação de leitos de UTI, a variação diminuiu 7,1% - de 59,0 baixou para 54,8.
 
"Tivemos redução nos principais indicadores de capacidade hospitalar e evolução da epidemia, com destaque para os óbitos”, concluiu.

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