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Jornal Diário de Suzano - 11/07/2020
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Plano da Mata Atlântica será apresentado nesta sexta, Dia Mundial do Meio Ambiente

Apresentação será por meio de teleconferência, que poderá ser acompanhada na página do Facebook da Prefeitura de Mogi das Cruzes

Por De Mogi04 JUN 2020 - 16h21
Elaborado em parceria com a Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), o documento foi apresentado em novembro de 2019 e ficou em consulta pública até fevereiro de 2020Foto: Marco Aurélio Sobreiro/PMMC

Como parte da programação do Junho Verde, a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente realizará nesta sexta-feira (5), a partir das 10 horas, a apresentação do Plano Municipal da Mata Atlântica (PMMA), por meio de teleconferência, que poderá ser acompanhada na página do Facebook da Prefeitura de Mogi das Cruzes.

O evento ocorrerá no Dia Mundial do Meio Ambiente e tratará do plano – que é um dos instrumentos de planejamento e gestão que o município. Elaborado em parceria com a Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), o documento foi apresentado em novembro de 2019 e ficou em consulta pública até fevereiro de 2020. Após as contribuições, será apresentado o relatório final com as propostas de gestão sustentável da Mata Atlântica no município.

Instituído pelo artigo 38 da Lei da Mata Atlântica (11.428/06), o plano é um instrumento legal que direciona a ação dos municípios na conservação e recuperação da vegetação nativa da Mata Atlântica. A apresentação ocorreu durante uma reunião ordinária do Conselho Mogiano de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Comoma). O secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Daniel Teixeira de Lima, resumiu a importância do trabalho: “É um diagnóstico muito amplo e bem elaborado, que nos auxilia a desenvolver ações voltadas para a preservação e a recuperação de áreas, além de medidas como a arborização de Mogi das Cruzes”, disse.

O estudo desenvolveu um Mapa de Calor em Mogi das Cruzes, segundo a cobertura arbórea da cidade. Regiões com mais árvores possuem temperaturas menores, enquanto áreas com menos árvores são mais quentes. A temperatura pode variar em até 14 graus, de acordo com a realidade. As informações já têm auxiliado a Prefeitura a realizar ações de plantio de árvores, priorizando as regiões com menor cobertura verde. “O Parque da Cidade, por exemplo, já aparece como um ponto verde (mais frio) na mancha urbana da cidade. Isso é resultado da arborização na região”, explicou, lembrando que o parque chega a ter 6 graus a menos do que seu entorno.

Ainda segundo o secretário, Mogi das Cruzes tem 52 mil árvores mapeadas em sua área urbana (com exceção da Serra do Itapeti e de outras áreas preservadas). A meta da atual gestão (2017-2020) é plantar 50 mil novas árvores, entre ações do poder público e da iniciativa privada.

O diretor da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, André Miragaia, ressalta a importância do plano como proposta de planejamento urbano: “Os estudos do plano já serviram de base para a inclusão da proposta do Corredor Ecológico no Plano Diretor de Mogi, acredito que seja a primeira vez que um município insere no seu Plano Diretor uma proposta tão avançada de proteção ambiental”, destacou. 

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