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Jornal Diário de Suzano - 30/11/2020
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Poá e Ferraz vão à Casa Civil do Estado hoje para pedir apoio contra enchentes

13 JAN 2016 - 07h01

 Poá e Ferraz de Vasconcelos se reúnem hoje com a Casa Civil do Estado para solicitar apoio contra as enchentes que atingiram ambas as cidades no último final de semana. Segundo o prefeito poaense, Marcos Borges (PPS), a união entre os municípios pode ser a "saída" para driblar os alagamentos. Uma das propostas que serão apresentadas ao órgão é a construção de um piscinão em Ferraz. As informações foram divulgadas ontem, por Borges, durante reunião do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat), em Suzano.

Segundo ele, o encontro está marcado para as 10 horas. "Vamos apresentar todos os acontecimentos, diagnósticos com fotografia e laudos da Defesa Civil de Poá. Vamos apontar o desabamento de três casas, além dos estragos sofridos no Centro, situação que nos incomoda muito", detalha.

Ainda segundo ele, o prefeito em exercício de Ferraz, José Izidro Neto (PMDB), foi convidado para o encontro. "Pedi para ele levar todos os documentos e laudos sobre o que foi feito na cidade, porque tudo que fizemos em Poá é insuficiente se nada for feito em Ferraz. As duas cidades precisam trabalhar em conjunto. Temos um vídeo, inclusive, feito por uma moradora da divisa dos dois municípios, onde mostra as águas chegando a Poá. Um verdadeiro tsunami, águas com ondas de 1,20 metro de altura arrastando tudo e devastando a cidade", revela.

Borges afirma que os dois municípios sofreram com as chuvas e frisa que algo precisa ser feito, além disso, afirma que somente o piscinão poaense não resolverá o problema. De acordo com ele, as águas vêm de cima, desde a divisa de Antonio Gianetti com Guaianases. No primeiro momento, o chefe do Executivo de Poá ressalta que é necessário construir um piscinão em Ferraz, além de realizar o desassoreamento da calha do Rio Tietê.

Sobre a ineficiência do piscinão poaense, Borges frisou que a empresa responsável pela construção do equipamento foi notificada e se não executar rapidamente a obra, pode haver rescisão do contrato.

CONDEMAT

O presidente do grupo e prefeito de Mogi das Cruzes, Marco Bertaiolli (PSD), abriu a coletiva à imprensa com a situação de calamidade que algumas cidades enfrentam, em decorrência das chuvas. Segundo ele, o período tem castigado a região, já que diversas cidades têm registrado problemas com enchentes e outras ocorrências. A situação foi o principal tema discutido durante a reunião do Conselho de Prefeitos.

"Vivemos sempre com a sazonalidade do clima, no último ano, em uma reunião semelhante, nossa preocupação era a escassez de chuvas, estávamos em um eminente desabastecimento, nossos reservatórios estavam todos baixos. Neste ano vivemos um cenário inverso. Iniciamos 2016 com o índice pluviométrico maior, em relação aos últimos cinco anos, no mês de janeiro, e as chuvas causaram enchentes que prejudicaram diversas cidades", destaca.

Bertaiolli frisa que as ações de contenção das chuvas dependem das administrações de cada município e cada cidade deve trabalhar em cima dos pleitos junto ao governador (Geraldo Alckmin - PSDB).

De acordo com o prefeito de Suzano, Paulo Tokuzumi (PSDB), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social cadastrou cerca de 60 famílias que tiveram perdas materiais em decorrência das chuvas e a Prefeitura solicitou ao Estado doações como cesta básica, colchões e produtos de higiene.

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