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Jornal Diário de Suzano - 22/09/2020
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Poá registra a 2ª morte por H1N1 do Alto Tietê

12 ABR 2016 - 08h00

 Poá confirmou ontem a segunda morte pela gripe Influenza A/ H1N1 na região. As causas foram esclarecidas nesta semana. O óbito ocorreu no começo do mês. Segundo a administração municipal, outra morte está sendo investigada. Conforme publicado na semana passada no DS, o primeiro registro de morte devido à gripe foi confirmado em Mogi das Cruzes.

A Prefeitura de Poá informou que a vítima tinha 60 anos. Ela deu entrada no dia 27 de março no Hospital Municipal Doutor Guido Guida, uma vez que existia a suspeita da doença. Depois, ela foi transferida a um hospital particular, mas morreu devido às complicações da gripe. A paciente estava no grupo de risco, como idade, obesidade e pneumopatias crônicas.

Ainda segundo o Executivo, o município pode ter uma segunda morte pela mesma doença. Mas o caso ainda segue sob análise, uma vez que os exames ainda não foram entregues à pasta municipal. O texto ainda esclareceu que a cidade tem 16 casos suspeitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), visto que a causadora pode ser o vírus H1N1.

PRIMEIRA MORTE

Na semana passada, a Vigilância Epidemiológica de Mogi das Cruzes confirmou a primeira morte pela gripe H1N1. A vítima estava internada em um hospital particular, e faleceu devido às complicações da doença. Segundo o órgão municipal, a cidade tem outros dois casos confirmados da gripe, tendo em vista que existiam 28 casos suspeitos, na época da publicação.

Ela tinha 45 anos, e deu entrada no hospital no dia 27 de março em estado grave, com comprometimento da função pulmonar, febre, tosse, diarreia e dor de garganta. O quadro clínico piorou com o passar dos dias, sendo que estava sentindo os sintomas há oito dias antes da entrada no hospital.

Após a confirmação, a Prefeitura divulgou nota explicando que adotou medidas para coibir o contágio e proliferação da doença, sendo eles a distribuição de máscaras entre pacientes e funcionários, o isolamento de pacientes que apresentem os sintomas do H1N1 e o aumento de recipientes com álcool gel nas unidades de saúde de toda a cidade.

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