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Jornal Diário de Suzano - 04/08/2020
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Prefeitos apoiam decisão de adiar eleições para os dias 15 e 29 de novembro

Por conta da pandemia, a eleição foi transferida para os dias 15 e 29 de novembro. Decisão é do Congresso

Por Carolina Rocha - da Região03 JUL 2020 - 05h00
Câmara Federal aprovou o adiamento das eleições municipais para novembroFoto: Divulgação
Os prefeitos do Alto Tietê classificaram como acertada a decisão sobre o adiamento das eleições municipais deste ano. Os chefes do Executivo da região apoiam a decisão tomada pelo Congresso Nacional e pelo Senado Federal na alteração das datas, transferindo as eleições de outubro para os dias 15 e 29 de novembro (1º e 2º turnos).
 
O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PL), disse que considera que “a decisão foi pensada a partir da Saúde Pública, uma vez que vivemos um período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19)”. 
 
Ashiuchi também disse que respeita as decisões do Congresso, mas reiterou que as eleições estão em segundo plano em Suzano, e que o principal foco no momento é cuidar das famílias e preservar vidas.
 
Já o prefeito de Mogi das Cruzes, Marcus Melo (PSDB), disse que diante da gravidade da pandemia já esperava que esse fosse o caminho a ser seguido pelas autoridades e que “o adiamento das eleições municipais é uma medida sensata, uma vez que a saúde da população é prioridade e deve ser colocada sempre em primeiro lugar”.
 
Para o prefeito de Itaquaquecetuba, Mamoru Nakashima (PSDB), o adiamento das eleições não vai causar prejuízos ao pleito. Esse é o mesmo posicionamento do prefeito de Ferraz de Vasconcelos, José Carlos Fernandes Chacon (Republicanos), o Zé Biruta, que disse que a decisão não altera sua determinação em manter suas ações de governo. Para Nakashima, o essencial no momento é priorizar a proteção às pessoas.
 
O prefeito de Poá, Gian Lopes (PL), disse que apoia o adiamento desde que esta seja uma alternativa de que não coloque a população em risco, e afirmou que vai aceitar o que for decidido. Lopes também reforçou que todas as atenções neste momento estão voltadas à prevenção e combate ao novo coronavírus.
 
O que muda
 
Com o adiamento das eleições, além da alteração da data das votações, o calendário eleitoral também sofre mudanças. As convenções partidárias e definições sobre coligações agora serão entre 31 de agosto e 16 de setembro. No dia 26 do mesmo mês se encerra o prazo para registo das candidaturas e também o prazo para que a Justiça Eleitoral convoque partidos e emissoras de rádio e TV para elaborarem o plano de mídia.
 
Somente após 26 de setembro os candidatos poderão iniciar a propaganda eleitoral, o que engloba ações na internet. Em 27 de outubro se encerra o prazo para partidos, coligações e candidatos divulgarem relatórios com a discriminação de gastos durante a campanha. As votações serão nos dias 15 e 29 de novembro (1º e 2º turnos). A data de posse dos candidatos eleitos permanece a mesma, dia 1º de janeiro de 2021.

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