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Prefeitura de Mogi economiza R$ 23 mi no primeiro trimestre

Em coletiva virtual, Caio Cunha fez balanço dos primeiros 100 dias de governo e informou a economia gerada

Por Fernando Barreto - de Mogi09 ABR 2021 - 22h03
Caio Cunha e vice apresentaram os feitos dos cem diasFoto: Gabriel Bispo/PMMC
Próximo de completar 100 dias a frente da Prefeitura de Mogi das Cruzes, o prefeito Caio Cunha (Podemos) fez coletiva nesta sexta-feira (9) para comunicar os feitos realizados no primeiro trimestre. Entre os destaques o chefe do Executivo disse que a Prefeitura economizou R$ 23 milhões, apenas revendo contratos. 
 
“Alguns contratos foram cancelados e outros reduzidos”, disse o prefeito.
 
O valor poderá ser utilizado na saúde e com os auxílios para empresários e população em vulnerabilidade social, como anunciado pela gestão na última semana.
 
Outro ponto citado pelo prefeito é a otimização do valor gasto sobre o arrecado no primeiro trimestre deste ano.
 
Nos dados apresentados na coletiva, o percentual utilizado do total arrecadado foi de 46,22%. O total arrecadado é de R$ 451,7 milhões e o utilizado foi de R$ 208,8 milhões. 
 
O percentual é menor do que o registrado no mesmo período nos dois últimos anos. 
 
No primeiro trimestre de 2020 o percentual ficou em 53,42% e em 2019 foi de 54,26%.
 
“O nosso objetivo é o respeito com o dinheiro público. E esses valores são muito úteis neste momento para investir na área da saúde, para pensar na vida das pessoas”, explicou.
 
Novos leitos
 
Na coletiva o prefeito voltou a dizer que pode usar a Maternidade de Braz Cubas para atender os pacientes com Covid-19. 
 
A proposta é antecipar as obras, onde, o valor de R$ 23 milhões economizado no primeiro trimestre, seria utilizado para quitar o R$ 1,8 milhão necessário para finalizar parte da Maternidade. A proposta é construir 53 leitos de UTI, divididos entre o primeiro e o último andar do equipamento.
 
“Espero que não seja necessário abrir esses leitos, mas a proposta é essa. Se formos abrir um hospital de campanha como o do ano passado, gastaríamos R$ 1,4 milhão. Vale mais investir um valor maior, que já seria necessário, mas que depois da pandemia, ainda será utilizado. Agora o Hospital de Campanha seria fechado após alguns meses”, disse.
 
Além disso, a proposta é que o hospital da Maternidade receba todos os pacientes com casos graves e o Municipal atenda enfermaria.
 
Caio Cunha disse que os números de internações tem caído nos últimos dias. O percentual estava em 98%, reduziu para 93% e agora está em 90%.
 
“Sabíamos que estes cem dias seriam marcados pela pandemia, mas não esperávamos uma 2ª onda tão agressiva. A rigidez das regras foi o que ajudou”, concluiu.
 
Mais de 7 mil empresas e 32 mil famílias serão beneficiadas com auxílio criado em Mogi
 
O prefeito Caio Cunha (Podemos) comentou sobre os projetos criados pela Prefeitura de Mogi para ajudar empresas e pessoas em vulnerabilidade social do município, que foram afetados devido a pandemia. 
 
A analise veio durante coletiva realizada nesta sexta-feira, em alusão aos primeiros 100 dias de governo.
 
Segundo explicou, os projetos estão nas mãos do presidente da Câmara, Otto Rezende (PSD), e serão votados nesta terça ou quarta-feira.
 
Pelo menos 32 mil famílias serão beneficiadas na cidade. Cada uma vai receber R$ 100 durante três meses (abril, maio e junho). No total serão empenhados R$ 9,72 milhões.
 
Já o auxílio para empresas, a informação é de que 7.687 recebam R$ 300 por cada funcionário. Cada empresa pode ter até 5 empregados, ou seja, receber até R$ 1.500.
 
Manter empresas
 
Outro ponto citado pelo chefe do Executivo foi as tratativas com empresa da cidade, que emprega mais de 4 mil pessoas. Segundo explicou, o grupo ia deixar o município, e após diálogo, a empresa voltou atrás e seguirá na cidade.
 
“Estamos negociando com mais oito empresas. Nosso foco é sentar a mesa e trabalhar para ajudar essas empresas”, disse. Atualmente o Emprega Mogi conta com 847 vagas.

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