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Jornal Diário de Suzano - 01/10/2020
ÚNICCO POÁ
SOUZA ARAUJO
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO

Primeiro caso de zika vírus no Alto Tietê é confirmado em Santa Isabel

18 DEZ 2015 - 07h00

 O primeiro caso de febre transmitida pelo zika vírus na região do Alto Tietê foi confirmado ontem, no município de Santa Isabel. A infectada é uma mulher, não gestante, e residente no município paulista. Porém, no mês de maio deste ano, a mulher, de 37 anos, viajou para o Estado da Bahia. Segundo a Secretaria de Saúde da cidade, ela adoeceu durante essa viagem. Portanto, trata-se de um caso importado. Apesar de ser moradora da região, o registro foi feito no Hospital Beneficência Portuguesa, da Capital paulista.

O registro foi constatado no dia 10 de março, e atualmente a paciente já esta em casa e não possui mais sintoma da doença. Em todos os outros nove municípios da região, nenhum caso de zika vírus foi computado.

A transmissão do zika Vírus, assim como a dengue e a febre Chikungunya, ocorre por meio da picada do mosquito Aedes aegypti.

Já em relação aos casos de Chikungunya, o Alto Tietê já registrou cinco casos confirmados e um suspeito da febre Chikungunya. Quatro confirmações foram feitas em Mogi das Cruzes e uma em Suzano. O caso suspeito foi registrado em Ferraz de Vasconcelos. Já os municípios de Arujá, Guararema, Itaquaquecetuba, Santa Isabel e Poá não têm nenhum caso confirmado, ou suspeito, da doença transmita pelo mosquito Aedes Aegypti.

As prefeituras de Biritiba-Mirim e Salesópolis foram procuradas pela reportagem do DS, mas não responderam até o fechamento desta edição.

Zika

O zika vírus é derivado dos vírus da dengue e da febre amarela. Seus principais sintomas são febre intermitente, manchas avermelhadas pelo corpo, coceira e dores musculares. Mesmo sendo da mesma família, o zika vírus é bem menos agressivo que o vírus da dengue, tanto que não existem registros de mortes relacionadas à doença. Os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente após um período de três até sete dias. Porém, o que mais vem preocupando a população e os governos municipais, estaduais e federal, é a associação do vírus com outras doenças. No final do mês de novembro, o Ministério da Saúde confirmou a relação do zika com a microcefalia e investiga uma possível relação com a síndrome de Guillain-Barré.

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