Envie seu vídeo(11) 97569-1373
Sintonize nossa Rádio101.5 FMClique e ouça ao vivo
Sábado 25 de Novembro de 2017

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 25/11/2017
mrv

Social - 03/05/15

03 MAI 2015 - 08h00

*entrevista 

Fábio Braghiroli


 

Formado em Administração de Empresas é casado com Monica Alessandra Carreira Braghiroli e tem dois filhos, Carlos Eduardo Santos Braghiroli (16) e Manoela Carreira Braghiroli (8)


A Emibra completou dia 22 de abril, 41 anos. Começou com dois sócios e 9 funcionários. Como foi? Fábio Braghiroli – Isso mesmo. A Emibra (nome criado com base na junção do início das palavras “Embalagem”, “Irmãos” e “Braghiroli”) começou pequena, em uma área de 950 metros quadrados, na Rua Felício de Camargo, no Centro de Suzano. A companhia foi fundada em 1974 por João e Walter Braghiroli, dois irmãos suzanenses que já tinham experiência no setor gráfico. Em 1979, João comprou a parte de Walter na sociedade e passou a atuar com os filhos, Wanderley, Waldir e Wagner, para administrar a empresa. Em 1995, o novo parque gráfico foi construído, na Avenida Major Pinheiro Fróes, também em Suzano, onde está sediado até hoje. A partir daí, novas tecnologias e investimentos em qualificação fizeram com que a empresa alcançasse outro patamar no setor, com reconhecimento nacional.

Qual era o principal produto da empresa naquela época? E os principais clientes? Fábio – O principal produto da Emibra sempre foi embalagem em papel cartão. Os principais clientes na época eram Philips, Osram, NSK e Johnson & Johnson. E hoje qual é o carro-chefe? Produzem para quem? Fábio – Mantemos o nosso foco na produção de embalagens de papel cartão, para empresas de diversos segmentos, como higiene pessoal, farmacêutico, cosméticos e perfumaria, alimentício, automobilístico e outros. Entre os nossos clientes estão Johnson & Johnson, Sanofi, Laboratório Aché, Hypermarcas, Ajinomoto, JBS, NGK, NSK e muitos outros de vários setores. Atualmente, a empresa produz aproximadamente 800.000.000 embalagens por ano e consome aproximadamente 8.500 toneladas de papel cartão. A tecnologia é cara e às vezes derruba uma empresa. Como aprenderam a lidar com ela? Fábio – Procuramos, da melhor forma possível, avaliar os riscos e oportunidades de cada investimento, diante do cenário econômico e das ameaças e oportunidades do mercado. Procuramos manter sob controle nosso nível de endividamento pelas eventuais adversidades que podemos encontrar. Como foram os primeiros dez anos da empresa? Fábio – Foram anos de muito trabalho e esforço para crescer de forma sustentável e competitiva. A nossa família sempre se dedicou integralmente à Emibra, muitas vezes, sacrificando até o tempo e os benefícios pessoais para investir em equipamentos que agregavam valor e qualidade ao trabalho, atendendo e superando as expectativas dos nossos clientes. Foi isso que fez com que conquistássemos tantos importantes clientes e colaboradores ao longo dos anos.

  Como avalia o desmatamento irregular? Fábio – Um absurdo. O governo deveria atuar de forma mais ativa com relação a esse crime ambiental, com punições mais severas aos responsáveis. Já estamos pagando um alto preço pelo desmatamento irregular. Um exemplo é a falta de água em São Paulo, que, segundo especialistas, está associada ao desmatamento, sem contar outras alterações climáticas e a má qualidade do ar que respiramos. É possível produzir esta matéria-prima de que maneira, para não agravar o desmatamento? Onde buscam a matéria-prima? Fábio – Uma das premissas da Emibra é produzir embalagens sem comprometer o meio ambiente. Fomos uma das primeiras gráficas do País a obter o selo ISO 14001, que certifica que a empresa que cumpre com as leis previstas na legislação ambiental, garantindo o equilíbrio e proteção. Toda matéria-prima, no caso o papel cartão, que compramos possui o selo FSC®, que garante que ela seja produzida utilizando a madeira de florestas manejadas de forma ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente sustentável.
Onde entra a segunda geração? Fábio – A segunda geração é formada pelos filhos de João Braghiroli, Wanderley, Waldir e Wagner Braghiroli, que atuam na administração desde a fundação da empresa. Qual foi a política que a empresa adotou quando chegou à terceira geração? Fábio – Como a maioria das empresas familiares, parte dos filhos iniciou suas atividades profissionais na Emibra. Ao longo dos anos, alguns se desligaram da companhia para novos desafios. Em 2007, foi implementado o sistema de Governança Corporativa. Dentre as principais mudanças, podemos destacar a saída dos sócios da operação para a Formação do Conselho de Administração, composta por mais dois conselheiros externos, a constituição de um estatuto com regras para a contratação de familiares e a contratação de executivos para a administração da empresa. Atualmente, dos oito filhos da terceira geração, somente três (Danilo, meu irmão; Caio, meu primo; e eu) atuamos na empresa.

Hoje Ana Lúcia Rezende, Rose Muniz Silva, Neylor Ramalho, Giovanni Bergamo, Marilene Ribeiro Teixeira Cruz, Celina Marques Figueira, Yasmin Moraes Renzi, Bianca Pelossi Raposo Dantas, Goreti Bittencourt, Paula Pimentel, Claudete Rodrigues, Clarice Kishi, Vera Andrade, Giselly Osako, Romina Grasser, Leoberto de Lima, Philip Boucault Pinhal, Rodolfo Médici de Souza, Maria José Verlangieri e Anderson dos Santos Cordeiro.

Amanhã Jolindo Rennó, Thais Mello Ribeiro, Marisa Pacheco, Israel Lacerda, Luiz Paulo Cunha, Adriano Silva, Juba Caetano, Marcelo Aleixo Santos, Lucimara Assunção, Maria Geny Horle, Celso Ribeiro, Maria Helena Bento Rodrigues, Gislene Fernandes, Fernanda Lobo e Adriana Alves dos Santos.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias