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Jornal Diário de Suzano - 30/11/2020
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Social 17/04/2016

17 ABR 2016 - 08h00
*entrevista Alexandre Glória

Você é formado em Psicologia. Não pretende atuar na área? Alexandre Glória – Sou recém-formado em Psicologia, pela Universidade Braz Cubas. A primeira paixão foi a decoração e, em paralelo, o curso de Psicologia, que podem ser conciliados devido à flexibilidade de horários, ou alinhados no sentido da Terapia Ocupacional, dentre outros projetos pessoais.

O que te fez optar por esta área? Vai se especializar em alguma área da Psicologia? Alexandre – Escolhi a Psicologia pelo grande leque de possibilidades de atuação com o mesmo foco: conhecer e interpretar a si mesmo, ao outro, as interações sociais e seus comportamentos. Pretendo conciliar as flores com a Psicologia por meio da Terapia Ocupacional voltada para idosos e pessoas com limitações motoras. Essa é a área de especialização em que pretendo atuar.

Como a decoração entrou em sua vida? Alexandre – Começou com a curiosidade e a observação para saber como os arranjos e os buquês eram elaborados.  A partir daí, comecei a me arriscar em algumas tentativas, frustradas inicialmente, mas que serviram de base para o aprendizado e aprimoramento das técnicas para confecção de buquês de noivas (minha paixão e especialidade), altares, andores e festas, que vieram depois, em consequência. Sempre teve habilidades manuais? Alexandre – Os trabalhos manuais sempre estiveram muito presentes em minha vida, desde a infância. Muitas vezes, meus brinquedos eram as agulhas de tricô e crochê e meu passatempo, a máquina de costura. Assim, aprendi esses que são ofícios das minhas tias e minha mãe: trabalhos manuais que não se adequam a modernidade e, por isso, diminuem a cada dia. Aprender esses ofícios antigos e tradicionais me fascina.

E as flores? Qual sua relação com elas? Alexandre – Considero as flores, suas cores e tipos um dom divino. Apaixonei-me por elas pela sua capacidade de alegrar e enfeitar e por proporcionar a sensação de me sentir ampliado em cada arranjo, espaço decorado, ou cada buquê de noiva. Enfim, considero um milagre, o milagre da multiplicação do meu dom e da minha paixão.

Onde busca inspiração para criar um buquê de noivas? Alexandre – Busco a raiz dos meus trabalhos no clássico. O modelo cascata ou redondo com flores em tons claros, dégradé ou mais intensos, adornados de cristais ou pérolas. Criar artesanalmente um buquê único, para uma data tão especial e participar desse sonho.
Quais os modelos mais pedidos? Alexandre – Atualmente digo atualmente, pois considero tudo cíclico; o modelo mais pedido é o cascata, em tom de branco e rosa bebê ou com lilás.  São meus favoritos. O que deve usar em cada ocasião? Alexandre – Os buquês são confeccionados de maneiras diferentes para cada ocasião. Depende do lugar e do horário em que será realizada a cerimônia.  Não há uma regra rígida, mas o bom senso permanece. Os buquês para casamento podem ser mais glamorosos, independente do formato, sempre buscando o equilíbrio entre o vestido e a personalidade da noiva. Para bodas de prata, rubi e ouro, indico um buquê menor, porém não dispensável. Isso são apenas dicas, cabe uma reunião para delinear o melhor modelo, cor e outros detalhes. E a decoração dos altares de igreja? Alexandre – Surgiu a vontade de aprimorar o altar de Nossa Senhora de Rosa Mística, que é realizado uma vez ao mês, quando ocorre uma grande Missa em seu louvor. Fui projetando cada altar e, com o tempo, a decoração passou a gerar expectativa entre os fieis; bem como as decorações para o Santuário Sagrado Coração de Jesus de Mogi das Cruzes, por ocasião da tradicional festa do seu padroeiro. Como curiosidade, aprendi sozinho a montar buquês e arranjos. Os primeiros buquês de noiva eu os confeccionava e colocava para Nossa Senhora, até me sentir preparado para aceitar encomendas. Você também vem se enveredando por ambientação de grandes festas. Como é isso? Alexandre – Graças a Deus, tenho bons amigos e minha família que acreditam no meu dom e no meu trabalho.  Assim, decorei grandes festas como os jubileus de prata e pérola do meu amigo, Padre Dorival Aparecido de Moraes. É sempre um desafio preparar uma festa, independentemente do porte, e, sinceramente, amo que seja assim, pois os desafios nos fazem buscar, cada vez mais, aprimoramento pessoal e profissional. E todos nós precisamos...

Hoje Vinicius Macedo, Fernanda Soares Carnevale, Natália Molteni T. Bergamaschi, Nadia Oliveira Fadul, Ricardo Trípoli, Nídia Martins, Washington Ralé, Lucca Ruiz Miguel de Moraes, Tarik Malagoli, Weverly Batista, Marilise Alexandre Montanha Ruggeri, Edson Duarte, Karina Rodrigues e Rosana Ribeiro.

Amanhã José Carlos Macedo Ferreira, Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo, Carlos Eduardo Torres Rubi, Messina Palmeira, Luisa Sugihara, Izaura Alves, Thiago Batalha, Bruno Lunardi Reis, Nathalia Gimenes, José Roberto Albrecht, Patricia Prado, Francisco Candido, Roseli Martins, Jose Antonio Nahim, Joyce Palma, Ronaldo Garcia, Darinalva de França, Valdir de Brito Moraes, Darinalva de França e Ivani Aparecida Sanches.

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