Envie seu vídeo(11) 97569-1373
sábado 24 de outubro de 2020

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 24/10/2020
ÚNICCO POÁ
Pmmc Sarampo Outubro
PMMC OUT ROSA
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO
SOUZA ARAUJO

Social 3/04/2016

03 ABR 2016 - 08h01
*entrevista Carlos Eduardo David
Formado em Educação Física, atuou como personal trainer, formou-se em quiropraxia e hoje atua na Cidade do Leste, no Paraguai. Especializou-se no tratamento com ozônio, pouco difundido no Brasil. Você se formou em Educação Física e logo em seguida começou a atuar como personal trainer? Carlos Eduardo David – Foi isso mesmo. Atuei muitos anos como personal. Quantas pós-graduações você fez? Carlos – Foram oito pós-graduações no total, em Fisiologia do Exercício, Cinesiologia Aplicada, Biomecânica, trabalhei com toda parte de suplementação, nutrição esportiva, entre outras. Foi isso tudo que me deu a base e foi quando eu conheci a quiropraxia. Como conheceu a quiropraxia? Carlos – Foi através de quem trouxe a quiropraxia para o Brasil em 1963, o Dr. Manoel Matheus de Souza. Comecei a ler e fui atrás. Mas você quase não atuou em Suzano, mesmo sendo filho da cidade. Carlos – Já tenho 12 anos de formação em quiropraxia e nunca fiz um atendimento em Suzano. Atuei em Arujá, em Mogi das Cruzes e logo em seguida fui para São Paulo e logo em seguida fui convidado a fazer parte da Comissão da Associação Nacional de Quiropraxia – ANQ. Depois de dois anos fui eleito presidente da ANQ, mas como estava viajando muito para o Paraná tive de passar o cargo e fiquei como vice-presidente até hoje. E como foi parar no Paraguai? Carlos – Como eu já trabalhava em Cascavel foi fácil chegar na Cidade do Leste, no Paraguai com o meu trabalho. Lá fui trabalhar em uma clínica com dois médicos, um colombiano e um costarriquenho. Mas não são técnicas distintas? Carlos – Totalmente distintas. São escolas e graduações diferentes. A quiropraxia tem todo um trabalho manual e a fisioterapia já não faz isso. O Brasil é o único lugar no mundo em que o Conselho Regional de Fisioterapia é mais forte que o de Quiropraxia. Não temos quórum de profissionais graduados atuando no Brasil, porque todos vão embora. Foi no Paraguai que você conheceu a ozonioterapia? Carlos – Sim foi no Paraguai. Enquanto atuava na área de quiropraxia conheci o ozônio. Hoje eu uso a ozonioterapia para agregar a todo meu trabalho. Mas o que te chamou a atenção nesta prática pouco difundida no Brasil? Carlos – O que mais me chamou a atenção foram os benefícios que um elemento que não é farmacológico, que não é produzido dentro de um laboratório químico pode trazer para a vida do ser humano. É a mesma coisa que você brincar de Deus.

Hoje José Luis Guillaumon, Roque Thomazini Filho, Márcia Berlamino, Denise Ewert, Gustavo Rodrigues Coelho, Ricardo Domingues, Sueli Aparecida Pizolito, Michel Almeida, Luisa V. Pimentel Irente, Renato Senis Cardoso, Mario Zamarian, Eduardo V. Pimentel Irente, Lidia Colombari, Renato Ourives e Wanderson Coelho.

Amanhã Danilo Felipe da Silva, Sueli Barbosa Pereira, Gislene Evangelista de Souza, Danilo De Langlada Trettel, Valdir Vaz, Eliane Borba, Ana Paula Laustídio, Jaqueline Martins, Wilson dos Passos, Everton Silveira, Gabriela Prado, Isabela Lopes, Floraci de Souza Santos e Carmem dos Santos.

Como assim? Carlos – O ozônio é um gás que tem três moléculas de oxigênio. O oxigênio é um O² e o Ozônio é um O³. É um gás potencializado em 0². Nosso corpo vai perdendo a capacidade de oxigenar as células e elas morrem. Automaticamente, com a morte das células, você começa e envelhecer. O ozônio é o mais forte e mais potente bactericida que existe no mundo.

E o que o ozônio faz com os vírus? Carlos – Já existem estudos e comprovações que o ozônio negativa o HIV. A pessoa não deixa de ser um soro positivo, porém o vírus está negativado em seu corpo.

Mas como você usa o O³? Carlos – De diversas formas. Pode ser usado em todos os segmentos relacionados a infecções, inflamações, e qualquer tipo de destruição tecidual.

E é aplicado como? Carlos – São formas distintas. Pode ser aplicado em forma de gás, diretamente na pele ou músculo, até mesmo na ferida, através de uma agulha de insulina. Posso também ozonizar um soro simples e aplicar na veia. Esta é uma forma mais sistêmica, que abrange todo o corpo.

E para o tratamento de câncer? Também tem bons resultados? Carlos – São duas situações distintas. Quando se tem acesso ao tumor, o gás é aplicado diretamente. Quando se tem a identificação de onde estão os tumores no câncer de mama, aplica-se o gás ao redor do tumor, associado ao soro.

O ozônio também vem sendo usado na área estética com bons resultados? Carlos – É um outro segmento que está ganhando o mercado muito rapidamente. Sim e o carro-chefe são todas as inflamações. Ele trata a celulite, estrias, rugas, acnes. É aplicado com agulha de insulina ponto por ponto neste processo de inflamação.

O botox perde o efeito depois de seis meses. E a aplicação de ozônio? Carlos – Essa é a pergunta mundial. O ozônio não é remédio. Não existe pico plasmático. Não existe um tempo de reação. Depois de dado o estímulo existe uma reação poderosíssima e muita coisa vai começar a reagir.

E porque no Brasil ainda isto é pouco difundido? Carlos – Não existe uma proibição no Brasil, mas é tratado como um procedimento experimental. Não é permitido fazer propaganda sobre a utilização do ozônio no Brasil.

Onde faz o tratamento no Brasil? Carlos – Na Clínica Yoshizumi, do Dr. Edson Yoshizumi, em Pinheiros, São Paulo, ao lado do Shopping Eldorado. A clínica é cadastrada e autorizada a trabalhar com estes procedimentos.

Porque o Brasil proíbe a proliferação do tratamento com ozônio? Cacá – Puro lobby dos laboratórios. Já está sendo dito que daqui 20 anos teremos uma bactéria que antibiótico nenhum mais fará efeito. Na verdade, tem muito dinheiro envolvido nisso. Tanto o Ministério da Saúde como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa não querem que seja disseminado uma propaganda em torno deste assunto.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias