O artista plástico suzanense Pedro Neves vai representar o Brasil em exposição nacional pela Galeria Chaves. Pedro foi nomeado embaixador da arte na América pela Galeria de Arte Jaime Chávez.
A Chamada Artística Intercultural para o Bicentenário da América é um Museu Cruzado e Itinerante. O foco do projeto artístico, desenvolvido pelo próprio Jaime Vallardo Chávez, é celebrar os 200 anos de libertação e independência dos países das Américas.
O evento reunirá a participação de mais de 500 artistas convidados do continente inteiro e mais convidados ao redor do mundo.
A data para a exibição será entre os dias 3 a 9 de setembro e o local será em Brasília.
Antes, haverá ainda uma exposição no Peru celebrando a libertação do jugo espanhol no país, nos dias 24 a 28 de julho.
Em nota, Chávez deixou uma mensagem: “Estamos felizes em poder comemorar o Bicentenário da América, sabemos que alguns países da América do Sul, América Central e Estados Unidos já o comemoraram, mas temos o Brasil que comemora 200 anos de Independência em 2022. Portanto, nesta ocasião vamos celebrar o Bicentenário de toda a América”.
Em entrevista ao DS, Pedro Neves se mostra muito feliz pela nomeação e realização do evento. “Me sinto muito honrado, são anos de carreira e mais de 189 exposições de bagagem. É uma chance de poder marcar a história do evento. Estou muito feliz por poder fazer parte”, completa.
Pedro participará do evento e levará dois convidados da região. São eles: Nerival Rodrigues e Herado Duarte, de Mogi das Cruzes.
Também em entrevista ao DS, Jaime Vallardo Chávez ressalta a importância de um evento artístico com essas características no país. “Nós buscamos resgatar o sentimento de amor à pátria, à história e aos costumes tradicionais do povo. A arte pode criar uma cultura com um pincel, e podemos fazer parte da construção do território para a celebração dos 300 anos, motivando os cidadãos, com muita coisa bonita”, disse.
Chávez explica que há dois requisitos para os artistas participarem. O primeiro é desenvolver uma obra referente aos 200 anos de libertação do Brasil. O segundo é, em uma tela 24x32cm, fazer metade de um esboço para o evento, o relacionando ao país e o próprio Jaime Chavéz terminará a outra metade, deixando a obra como patrimônio do evento.