quarta-feira 30 de setembro de 2026 Logo Rede DS Comunicação

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 34,90 por mês, no plano anual.

Ler Jornal Assine
Jornal Diário de Suzano
Envie seu vídeo (11) 4745-6900
Varíola dos macacos

Suzano confirma primeiro caso de varíola dos macacos

Homem de 41 anos teria contraído a doença em São Paulo

27 julho 2022 - 13h29 Por De Suzano
A Prefeitura de Suzano confirmou o primeiro caso de um morador da cidade contaminado com monkeypox, a varíola dos macacos. De acordo com a Secretaria de Saúde, trata-se de um homem de 41 anos, que teria contraído a doença no município de São Paulo, onde tem o costume de se encontrar com amigos todo final de semana.
 
Os primeiros sinais apareceram em 20 de julho e logo ele procurou uma unidade hospitalar fora de Suzano. No dia seguinte o exame teve resultado positivo e a Secretaria Municipal de Saúde foi informada a respeito. O homem ficará em isolamento na sua residência até o próximo domingo (31/07) e seu estado clínico é bom.
 
Após a confirmação, a pasta entrou em contato com o indivíduo para começar a monitorar sua condição e comunicou todos os serviços de saúde sobre o caso confirmado, embora a contaminação não tenha ocorrido na cidade.
 
Também foram enviadas fotos das lesões apresentadas pelo paciente aos profissionais que fazem atendimento nas unidades municipais. O objetivo foi promover um treinamento on-line com médicos e enfermeiros de modo a facilitar um diagnóstico diferencial de possíveis casos que venham a surgir.
 
Há ainda um caso suspeito, de outro homem, de 58 anos. Uma amostra de sangue dele já foi colhida e será enviada ao Instituto Adolfo Lutz nos próximos dias.
 
A Secretaria Municipal de Saúde orienta a população a se atentar às principais formas de contágio da varíola dos macacos, que são pelas vias respiratórias, contato com sangue, fluídos e partículas das lesões e pelo compartilhamento de roupas, lençóis, toalhas, entre outros itens usados pelos contaminados e mal ou não higienizados. Os sintomas surgem de cinco a 21 dias após a infecção e duram entre duas e quatro semanas.
 
Ainda segundo a pasta, os sinais são dores de cabeça, nas costas e musculares, linfonodos inchados, febre, arrepios e erupções cutâneas (manchas, lesões ou bolhas). O tratamento é feito a partir de remédios para aliviar os sintomas e isolamento dos infectados. Os meios de prevenção são a higienização constante das mãos, distanciamento e uso de máscaras.

Leia Também