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Apadrinhamento Afetivo

Programa Apadrinhamento Afetivo abre inscrições

Justiça autorizou que sete acolhidos em Suzano possam participar do programa

02 setembro 2022 - 13h00 Por Da Reportagem Local
A Prefeitura de Suzano iniciou nesta quinta-feira (01/09) a fase de cadastros e triagem de madrinhas e padrinhos que desejam participar do programa Apadrinhamento Afetivo, promovido pela Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo. A ação que ocorrerá na cidade terá a parceria da prefeitura com o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), o Ministério Público de São Paulo (MPSP), o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e o Instituto Viva a Vida. A Justiça autorizou que sete acolhidos em Suzano possam participar do programa.
 
A iniciativa busca proporcionar aos jovens que estão em um abrigo a possibilidade de criar laços com outras pessoas que não estejam vinculadas a uma instituição. Pelo programa, as madrinhas e padrinhos poderão manter contato direto com os afilhados e sair com eles, proporcionando uma vivência de mundo que eles ainda não possuem, além, é claro, de buscar construir uma relação de afeto entre ambos.
 
Em Suzano, a fase de cadastros e triagem começam nesta quinta-feira e seguem até 1º novembro, após esta etapa vai ocorrer a preparação dos interessados em se tornar padrinhos com entrevista com psicólogos e assistentes sociais, capacitação essa que está marcada para ocorrer em 5 de novembro, e no dia 12 do mesmo mês um encontro lúdico com futuros afilhados.
 
O programa busca beneficiar crianças a partir dos 7 anos, além dos adolescentes, que possuem uma baixa perspectiva de adoção, em razão disso, não é possível realizar o apadrinhamento em pessoas que estão em processo de adoção nem utilizar o programa como atalho para uma futura adoção. "Essa é uma ótima oportunidade para as crianças e jovens que não estão em fase de adoção para que possam ter uma vivência familiar, e não institucional que é referência de vida deste pessoal. Por mais que um abrigo tente replicar a vida em família, o apadrinhamento pode trazer isso de forma mais natural, com vivências dentro de uma casa e relações mais parecidas com a normalidade”, destacou o secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Geraldo Garippo.

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