O especialista em Segurança Pública Jorge Lordello orienta a população a deixar o celular em casa no dia da votação.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em 25 de agosto, que o eleitor deverá entregar o celular ao mesário antes de entrar na cabine de votação, mesmo que esteja desligado. Lordello afirmou que a decisão foi acertada.
“A proibição tem esse fator importante de evitar a compra de voto”, afirmou.
Segundo o especialista, o Brasil tinha esse costume de compra de votos.
No qual, o eleitor fazia uma gravação com o celular do voto na urna. Ainda, Lordello ressalta que deixar o celular em casa diminui o risco de criminalidade neste dia.
“No atual momento que o país vive, é preciso seguir essa medida. Uma para evitar prejuízos na eleição, também evita o roubo. Está em alta devido aos aplicativos de banco e Pix”, disse.
Nesse período, a atuação da Segurança Pública é focada na fiscalização em frente às escolas. Evitando os crimes eleitorais e brigas entre partidos opositores.
“No caso de compra de votos em flagrante, a polícia deve deter. A polícia também pode intervir em qualquer desvio de conduta do eleitor e nas brigas entre os partidos opositores”, comentou.
O especialista completa que a Segurança Pública deve manter a atuação no horário dos resultados. "A noite após o resultado, as pessoas vão comemorar e outras não vão aceitar. Para isso precisa da atuação da polícia para evitar os conflitos”, disse.
Votação
No dia da votação, os eleitores devem evitar o horário da manhã, por ser mais tumultuado. O especialista orienta não utilizar vestimentas que fazem sugestão ao partido que vai votar.
“O melhor horário é tarde, está mais tranquilo. Na situação que o país vive, o melhor é evitar o uso de roupas que sugerem o partido que vai votar. Evita as brigas e bate boca em frente a votação”, conclui.