O Alto Tietê fechou o ano de 2022 com saldo positivo de 16.233 contratações com carteira assinada, conforme aponta o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). Ao todo, foram 166.872 pessoas contratadas e 150.639 demitidas nas dez cidades da região ao longo dos 12 meses do ano passado.
As 10 cidades da região fecharam o ano com saldo positivo, sendo Mogi das Cruzes a cidade que mais gera empregos (59,8 mil), a que mais demite (52,6 mil) e a que teve o maior saldo positivo de todas (7,2 mil contratações a mais do que demissões).
No saldo final, Suzano vem em segundo, com 2,3 mil empregos gerados a mais do que demissões registradas. Itaquá foi a terceira, com 2,09 mil.
Em contrapartida, considerando apenas o balanço de dezembro, apenas Salesópolis fechou com saldo positivo. A cidade teve 40 admissões e 37 demissões. Foram três de saldo positivo. Todas as outras nove cidades demitiram mais em dezembro do que contrataram, sendo Mogi a líder no quesito (saldo negativo de 745 vagas de emprego), Itaquá a segunda (411 negativos) e Suzano a terceira (343 negativos).
No país
O Brasil fechou o mês de dezembro do ano passado com saldo negativo de 431.011 empregos formais (com carteira assinada), segundo balanço do Novo Caged apresentado nesta terça pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo do mês passado foi resultado de 1.382.923 milhões de contratações e 1.813.934 desligamentos.
Já o estoque total de trabalhadores celetistas recuou 1% em dezembro, contabilizando 42.716.337. No acumulado do ano, houve saldo de 2.037.982 empregos, decorrente de 22.648.395 admissões e de 20.610.413 desligamentos.
Na média nacional, os salários iniciais pagos a quem foi admitido em um novo emprego em dezembro também diminuiu, ficando em R$ 1.915,16. Comparado ao mês anterior, houve queda real de R$ 17,90 no salário médio de admissão, uma variação negativa em torno de 0,93%.
Os números mostram que, no mês de dezembro, os cinco grupamentos de atividades econômicas apresentaram saldo negativo. O setor de serviços teve a maior perda, com redução de 188.064 postos.
Na sequência, vem o setor da indústria geral, com menos 114.246 postos, com a maior queda na indústria de transformação (-112.992 postos). A construção ficou com saldo negativo de 74.505 postos, a agropecuária, com menos 36.921 postos e o comércio, com 17.275 postos a menos.