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Cultura

Terceira edição do festival ‘Farofa’ democratiza fotografia em Suzano

Evento levou oficinas fotograficas a crianças, jovens e adultos em diferentes pontos do município

27 agosto 2019 - 19h59 Por de Suzano
"Tirar fotos é saborear a vida intensamente, acada centésimo de segundo". A afirmação do renomado fotógrafo francês Marc Riboud (1923-2016) poderia definir os objetivos culturais e artísticos do Farofa - Festival de Fotografia que tem como ideia democratizar a fotografia com novos olhares.
 
Na terceira edição, realizada ao longo de todo o mês de agosto, o coletivo formado pelos fotógrafos Carlos Magno, Guilherme Silva e Pedro Chavedar atendeu mais de 70 pessoas em quatro pontos distintos da cidade de Suzano: Templo Budista Koyasan Shingonshu Kongoji Nanbei Betsuin; no Viveiro Municipal Tomoe Uemura, dentro do Parque Max Feffer; Largo da Feira de Suzano e na Escola Municipal ProfªLiubaPizzolitto.
 
Nos locais, jovens, crianças e adultos de todas as idades tiveram a oportunidade de aprender a ter uma nova visão sob a fotografia e a captar imagens simples com um novo olhar em diversas oficinas e workshops.
 
Para os organizadores, uma bela foto pode ser feita através de um celular ou do mais complexo equipamento fotográfico profissional desde que o fotógrafo tenha um olhar harmonioso e sensível sobre o que vai ser registrado e é isto que o coletivo tenta difundir com o Farofa.
 
Diante disto, jovens estudantes foram estimulados a com seus próprios celulares registrarem imagens do seu cotidiano, da vida escolar e de objetos que estão presentes no seu dia a dia. Além, claro, de fotografar seus amigos. Tudo sob uma ótica particularmente mais artística e tentando obedecer a padrões estéticos profissionais.
 
Já os adultos foram induzidos a ter uma nova percepção, cada vez mais artística, na paisagem do viveiro municipal, do templo budista e do largo da feira. 
 
"A ideia do Farofa é fomentar a fotografia, além de discutir e divulgar a fotografia documental e autoral. São duas formas ainda pouco exploradas em toda a região do Alto Tietê e, por isso, queremos trazer nossas referências para a população e criar novas visões", relata Magno.

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