É importante movimentar e fortalecer a economia. A grande extensão territorial do Brasil proporciona possibilidades para a execução de várias atividades econômicas. O solo é rico. A produção é, sem dúvida, muito viável.
Além da existência de riquezas minerais, a sua grande extensão territorial pode ser destinada à atividade agropecuária.
O Brasil é um País que apresenta uma economia sólida, é exportador de uma grande variedade de produtos, fato que fortalece sua economia.
As atividades de agropecuária, indústria e serviços são bem atuantes e contribuem para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).
O Brasil tem, hoje, a sétima maior economia mundial e a primeira da América Latina. A base econômica atual está direcionada à agricultura, pecuária e à indústria de transformação, conseguindo abranger os três setores primário, secundário e terciário.
Especialistas afirmam que o País também está em franco destaque no comércio e no setor de serviços, com destaque para a indústria turística.
Mas, a possibilidade de vender produtos para países estrangeiros garante também aos municípios boa receita.
O DS trouxe, na semana passada, reportagem mostrando que Suzano registrou, nos cinco primeiros meses de 2018, US$ 247,5 milhões em exportação de produtos. Estados Unidos, Ilhas Cayman, Argentina e Paraguai se mantêm entre os principais destinos da produção suzanense. Peru completa o quadro dos cinco países compradores neste ano. Em comparação ao mesmo período, o valor das vendas da cidade cresceu 5,8%, quando o município exportou US$ 237,4 milhões.
De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, papel e cartões lideram a lista de produtos exportados em Suzano. A cidade ainda vende ao exterior as máquinas niveladoras, raspo-transportadoras, pás mecânicas, escavadoras entre outras ferramentas de grande porte. Além de pastas químicas e objetos de vidro para serviços de mesa e cozinha.
O maior valor de exportação já registrado neste ano foi durante o mês de março, quando a cidade arrecadou US$ 53 milhões em vendas. Seguido por abril, com US$ 51,9 milhões; fevereiro, com US$ 49,1 milhões; janeiro, com US$ 47,9 milhões e maio, com US$ 45,4 milhões, até a última atualização do Ministério, datado da primeira semana de junho.
Em contrapartida, as importações ainda superam o registro de vendas com uma balança comercial negativa de US$ 51,2 milhões. Não há dúvida que a movimentação na economia garante à cidade um importante reforço financeiro, que fortalece o desenvolvimento de uma cidade.