A construção de uma passarela de pedestre entre o Parque Maria Helena e a Rua Benjamin Constant continua sendo uma das principais reivindicações dos comerciantes e moradores das imediações.
Hoje, para atravessar de um lado para o outro (entre a Benjamin e o Parque Maria Helena), o pedestre é obrigado a passar por dentro da estação de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
Nesta semana, o DS trouxe reportagem mostrando que, a CPTM informou que, no dia 2 de março deste ano, enviou as minutas do Convênio e Planos de Trabalho para a Prefeitura de Suzano para a construção da nova passarela entre o Parque Maria Helena e a Rua Benjamin Constant no Centro de Suzano.
Agora, a CPTM aguarda posicionamento para a continuidade dos trabalhos de implantação da nova passarela.
O problema é que os custos das desapropriações/desocupações necessárias, que serão definidos com a conclusão dos projetos, serão arcados pelo município, que ainda analisa a viabilidade da execução.
A CPTM reiterou que já entregou à população, em 2016, uma passarela totalmente acessível junto à Estação Suzano.
Porém, atendendo à solicitação de comerciantes, a Companhia está desenvolvendo projeto para implantação de uma nova travessia sobre a via férrea, a cerca de 200 metros da estação.
A Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação de Suzano informou que, devido aos custos para a implantação serem da municipalidade, a Prefeitura está, neste caso, estudando os menores impactos financeiros para sua implantação.
É importante que o sistema de mobilidade garanta essa passarela para contribuir com os pedestres e até mesmo os passageiros que utilizam os trens.
Com o fechamento da antiga passarela e a transferência da Estação Suzano, os comerciantes do início da Rua Benjamin Constante, e da Rua Benedito Gonçalves Pereira, no Parque Maria Helena, estão fechando as portas.
É um problema que precisa ser resolvido.
As passarelas são importantes para a travessia de pedestres e, até mesmo, para segurança de todos que utilizam o sistema ferroviário.
A nova passarela poderia facilitar para a população.
A retirada da antiga passarela dificultou não apenas o comércio, como a própria população, que precisa se descolar para a estação e atravessar o outro lado.
É preciso chegar a uma conclusão sobre essa construção garantindo o direito para o pedestre e passageiro.