Rayane: mãe reconhece tornozeleira como da filha; jovem foi morta por estrangulamento
Polícia aguarda resultado de exame para tentar identificar suspeito
29 OUT 2018 • POR Marcus Pontes - de Mogi • 10h43
Corpo foi encontrado às margens de avenida em Guararema - Vanusa Torchi/Divulgação
Atualizado às 13h15
Depois de uma semana de buscas, o corpo de Rayane Paulino, de 16 anos, foi encontrado, no último domingo, às margens da Avenida Francisco Lerário, em Guararema. A confirmação, porém, foi dada ontem, quando a mãe da jovem desaparecida reconheceu uma tornozeleira usada pela filha.
Com isso, a polícia descartou a realização de um exame de DNA. Agora, a investigação busca determinar se Rayane foi violentada sexualmente antes de ser morta por estrangulamento. O laudo será feito pelo Instituto Médico Legal (IML) da Capital.
Fontes ligadas ao caso relatam que a jovem foi asfixiada com um cadarço de tênis. O cordão estava enrolando no pescoço.
A polícia disse ainda que o corpo de Rayane foi encontrado a mais 10 quilômetros de distância do local aonde o celular foi achado, na Rodovia Presidente Dutra (SP-60), em Jacareí, no Vale do Paraíba.
Exame
O DS apurou que o exame para confirmar se a jovem foi estuprada pode sair em até 30 dias. Material genético foi recolhido.
Outro exame vai ser feito no cadarço encontrado. A polícia quer descobrir se o suspeito deixou traços do DNA.
O sepultamento de Rayane está prevista para iniciar às 16 horas, no Cemitério da Saudade, localizado na Rua Capitão Joaquim de Mello Freire, 900, na Vila Vitoria, em Mogi das Cruzes.