A morte do subinspetor da GCM de São Paulo, Jose Soares de Albuquerque, 60 anos, durante um assalto, na quarta-feira à tarde, 3, no Jardim Adriane, em Itaquaquecetuba, desencadeou uma grande operação envolvendo as polícias Civil, Militar e as GCMs da cidade e Capital. Dois suspeitos, que negaram envolvimento na morte, foram ouvidos por investigadores do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) de Mogi das Cruzes.
A investigação para localizar e prender os bandidos envolvidos no latrocínio (roubo seguido de morte) do GCM Albuquerque seguem em andamento. Agora, a polícia deve verificar mais denúncias sobre o paradeiro dos criminosos. Até o momento, os responsáveis pelo crime não foram encontrados.
Caçada
O assassinato de Albuquerque desencadeou uma força-tarefa das forças de segurança da cidade, em conjunto com a Capital. Guardas de São Paulo vieram à região, para ajudar nas buscas aos criminosos. A operação para caçar os bandidos envolveu, inclusive, os helicópteros Águia (Polícia Militar) e Pelicano (Polícia Civil).
Pelotões da Força Tática saíram nas ruas durante a noite, principalmente na região do Jardim Adriane, aonde o inspetor da GCM foi roubado e baleado. A presença de guardas da capital era massiva. Para se ter ideia, os agentes municipais de São Paulo ficaram no município até o início da madrugada.
Quem tiver informações sobre o paradeiro dos bandidos pode ligar nos número 190 ou 181 (Disque Denúncia).
O caso
Um GCM de São Paulo foi baleado na cabeça na Rua Malásia, no Jardim Adriane, em Itaquaquecetuba. O guarda estava fazendo "bico" de escolta, quando criminosos tentaram roubá-lo. Um dos bandidos atirou na cabeça da vítima e fugiu levando a arma dele.