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Região

Cidades da região registram queda nos índices de isolamento

Índices mais baixos aparecem após anúncio de uma possível flexibilização da quarentena

10 junho 2020 - 00h10 Por Carolina Rocha - da Região
Desde o anúncio de uma possível flexibilização da quarentena no Alto Tietê, a região vem registrando baixas nas taxas de isolamento social. As cidades, que já chegaram a registrar mais de 60% de adesão ao isolamento, hoje não alcançam o mínimo de 50% estipulado pelo Estado. De acordo com o último levantamento realizado pelo Sistema de Monitoramento Inteligente de São Paulo (Simi-SP), Arujá e Mogi das Cruzes são as cidades da região com a maior adesão ao isolamento, com apenas 45%.
 
Logo em seguida, as cidades de Suzano e Itaquaquecetuba surgem com 44% no índice de isolamento, taxa maior do que dos municípios de Ferraz de Vasconcelos e Poá, que atingiram 43% neste levantamento. Em todo o Estado, o índice de isolamento ficou em 47%. 
 
Os dados são referentes a última segunda-feira (08).
 
Vale ressaltar que o monitoramento realizado pelo Simi-SP é feito em 104 municípios do Estado de São Paulo, com mais de 70 mil habitantes. Por essa razão não é possível saber o índice de isolamento das demais cidades da região, como Biritiba Mirim, Guararema, Santa Isabel e Salesópolis.
 
Para o Centro de Contingência do coronavírus de São Paulo, o índice ideal de isolamento é de 70%, taxa nunca atingida pelas cidades da região e pelo Estado. O objetivo do isolamento é frear a disseminação da doença, de forma que o sistema de Saúde consiga atender a todos os infectados pelo vírus, sem que haja colapso em hospitais.
 
No dia 29 de maio, o governo estadual anunciou o Plano São Paulo, que visa a reabertura gradual e consciente de serviços e comércios não essenciais. A taxa de isolamento social é um dos critérios utilizados pelo governo estadual para avaliar a possível reabertura desses serviços, além do número de casos, óbitos, número de internações e ocupação de leitos.
 
O Alto Tietê, assim como a Região Metropolitana de São Paulo, está na primeira fase do plano, onde ainda não é possível realizar procedimentos de reabertura. A expectativa é de que a região seja enquadrada na segunda fase a partir do dia 15 de junho.

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