Ao menos três cidades da região vão estudar a implantação do programa de aluguel de bicicletas, na região central, a exemplo de São Paulo. As Secretarias de Planejamento Urbano e Habitação e de Transporte e Mobilidade Urbana de Suzano, por exemplo, informaram, que esse tipo de proposta chegou a ser estudada durante a elaboração do novo Plano Cicloviário e de Mobilidade Ativa para que possa ser executada no momento oportuno. Portanto, não está descartada.
Atualmente, conforme o plano apresentado em maio, Suzano se empenha no aumento da malha cicloviária de 5 quilômetros para 150 quilômetros no período de dez anos, permitindo a conexão das regiões norte e sul ao centro de Suzano. Estão em andamento obras que garantirão um acréscimo de 5,29 quilômetros nessa rede, sendo que a expectativa da administração municipal é de que até o fim do ano que vem, a malha cicloviária do município possa ser superior a 15 quilômetros, já incluindo o espaço específico para as bicicletas na rua Sete de Setembro e nas avenidas Jorge Bei Maluf e Senador Roberto Simonsen.
A partir desse avanço na infraestrutura, proporcionando as condições necessárias para que cada vez mais moradores utilizem a bicicleta como meio de transporte não só como lazer, o município se prepara para dar outros passos em relação à mobilidade ativa, sem descartar novas propostas e parcerias que incentivem a adesão progressiva da população a esse modal.
A cidade de Ferraz de Vasconcelos passa por uma pesquisa sobre o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável, no qual os munícipes expressam a opinião popular. Após a verificação das reais necessidades da população, haverá uma tratativa sobre a questão do ciclismo no município, bem como uma possível implantação de aluguel de bicicletas.
A Prefeitura de Itaquaquecetuba, por meio da Secretaria de Transportes, informou que não estuda, neste momento, a implantação desse serviço no município.
A pasta vem intensificando os investimentos na infraestrutura para garantir a segurança na mobilidade de ciclistas, sobretudo com a implantação das primeiras ciclofaixas do município.
A Secretaria de Mobilidade Urbana de Mogi das Cruzes informou que, no momento, não há projeto a respeito na estrutura da administração pública.
No entanto, o assunto pode ser discutido pelo Conselho Municipal de Mobilidade Urbana (CMMU) caso haja uma demanda da sociedade.
O CMMU ganhou uma câmara temática para a discussão das pautas relativas à mobilidade ativa, como é este caso.
O CMMU é formado por representantes da Prefeitura de Mogi das Cruzes, de órgãos do Governo do Estado e da sociedade civil e discute temas relativos à mobilidade urbana na cidade. Os ciclistas têm uma representação no colegiado.
A Prefeitura de Guararema informou que “este tema está ligado à Mobilidade Urbana, área para qual há um estudo em andamento”.
As demais prefeituras das cidades da região não responderam aos questionamentos do DS sobre o projeto até o final desta reportagem.