A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo informou nesta terça-feira (15) que, atendendo um pedido do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), decretou estado de emergência zoosanitária em São Paulo, em caráter preventivo, por 180 dias, em razão da detecção da infecção pelo vírus da influenza aviária H5N1 de alta patogenicidade (IAAP) em aves silvestres no Brasil. A medida visa reduzir a burocracia nas ações de prevenção e controle da doença.
A Coordenação da Câmara Técnica de Saúde do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) informou que, diante do estado de emergência zoosanitária decretado nesta terça-feira (15) no Estado de São Paulo, os municípios do consórcio vão seguir a orientação. Ainda não há mobilização regional e aguarda-se, para os próximos dias, novas orientações para as condutas nas redes municipais.
“Lembramos, no entanto, que o estado de emergência visa reduzir a burocracia nas medidas de prevenção e controle da doença. Não há, até o momento, motivos para pânico da população”, ressalta Adriana Martins, coordenadora da CT Saúde do Condemat.
A coordenadora lembra, ainda, que a região do Condemat possui um Escritório de Defesa Agropecuária do Estado e o mesmo deverá ser acionado imediatamente caso ocorra alguma suspeita da doença ou identificação de aves mortas.
O decreto de estado de emergência se deu em razão da infecção pelo vírus da influenza aviária H5N1 de alta patogenicidade (IAAP) em aves silvestres no Brasil. No Estado de São Paulo, a Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) reforça que o consumo de aves e ovos não transmite a doença.
São Paulo possui 13 casos confirmados em 8 municípios, todos em aves silvestres. Não existe nenhum caso suspeito em andamento. A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), atua nas atividades de defesas desde o primeiro caso e reforça que o consumo de aves e ovos não transmite a doença.
Aves doentes ou mortas não devem ser manipuladas sem a utilização de equipamento de proteção individual (EPI) e a Defesa Agropecuária deve ser acionada imediatamente caso ocorra alguma suspeita da doença ou identificação de aves mortas.