O Alto Tietê conta com 1,8 mil câmeras de monitoramento e 947 Guardas Civis Municipais (GCMs). Os dados levantados junto às prefeituras de Suzano, Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Arujá, Guararema e Salesópolis revelam contrastes na forma como cada cidade tem estruturado sua segurança.
Mogi é a cidade com o maior número de guardas e câmeras, são 296 agentes e 658 equipamentos distribuídos em pontos estratégicos. Das câmeras, 210 fazem parte do Smart Mogi e contam com reconhecimento facial e outras 448 que contam com leitura de placas de veículos.
Em seguida aparece Itaquá, com 250 GCMs e 20 câmeras de monitoramento em funcionamento. Os aparelhos, instalados nas entradas e saídas da cidade, estão interligadas ao Muralha Eletrônica, utilizadas também pela GCM para em investigações e na identificação de suspeitos.
Suzano conta com 204 guardas e 146 câmeras, sendo 47 equipamentos do programa “Muralha Paulista”, do Governo do Estado; 84 câmeras de monitoramento próprias; e 15 do “Smart Suzano” que funcionam em cinco totens.
Por sua vez, Ferraz tem 117 agentes e 160 câmeras. Os equipamentos de videomonitoramento estão espalhados em pontos estratégicos da cidade e, segundo a administração municipal, ajudam na prevenção, policiamento e combate a crimes.
Já Arujá, que mantém um efetivo menor, com 80 GCMs, tem investido em tecnologia e conta atualmente com 600 câmeras integradas ao sistema municipal de segurança.
Em contrapartida, Salesópolis e Guararema não possuem Guarda Municipal, sendo o policiamento realizado por meio da Polícia Militar. As cidades têm apostado na vigilância eletrônica, Salesópolis dispõe de 57 câmeras e Guararema de 200.
Segundo as administrações municipais, o videomonitoramento é um importante aliado das GCMs, permitindo respostas mais rápidas e eficientes em emergências. As câmeras ajudam a direcionar o trabalho dos agentes, coibir possíveis crimes, ampliar o alcance da vigilância e facilitar a identificação de suspeitos ou ocorrências em tempo real.