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Entrevista

Gil Fuentes: do colunismo social às outras profissões ao longo da carreira

Gil falou sobre a vida, atividades e os "maus costumes" que o incomodam

Por Daniel Marques - de Suzano06 JUL 2019 - 17h38
Gil Fuente concedeu entrevista ao vivoFoto: Sabrina Silva/DS
Com quase 30 anos de carreira, o colunista social Gil Fuentes é um polivalente. 
Ele está no DS desde 1992 após passar por um ano e meio pelo jornal Gazeta Popular. Gil Fuentes é uma das personalidades conhecidas em Suzano e Alto Tietê. 
 
Além de colunista, Fuentes é mestre de cerimônias, organizador de festas, estilista, ator, apresentador e também já foi mediador de debates políticos. Apaixonado pelos palcos, Gil também canta e, recentemente se aventurou na narração dos jogos de vôlei.
 
Ele participou do DS Entrevista e comentou sobre a carreira, desde o começo no curso de Comunicação Social, passando pela chegada ao jornal em uma época em que a circulação ainda era em "preto e branco".
A conversa foi marcada por muitos assuntos, mas especialmente o colunismo social.
Ele fez questão de enfatizar que pessoas que têm espaço em uma coluna social não precisam ser ricas, mas que precisam ter "conteúdo". 
 
"A pessoa precisa ter algo diferente. Já faz um bom tempo que o colunismo social deixou de ser um espaço para quem tem dinheiro", frisou.
Redes sociais
 
Gil Fuentes acredita que o jornal impresso não vai acabar.
Segundo ele, jornalistas da mídia impressa têm mais credibilidade e responsabilidade com o que estão noticiando. 
 
Ele também pede para que as pessoas tenham cuidado com o que lêem nas redes sociais.
"Grandes jornalistas de rádio e TV vieram do impresso. Qualquer um, hoje em dia. escreve o que quiser e se intitula jornalista. Isso não é jornalismo", comentou.
 
Ele também afirmou que influenciadores digitais, muitas vezes, querem muita atenção para eles mesmos.
"Jogam 'muito confete em cima da própria cabeça'. Querem mostrar que são bonitos, que tudo é lindo e belo, e sabemos que a vida não é assim", criticou.
 
Outras atividades
 
O colunista quer voltar a trabalhar com estilismo, pois é algo que "lhe dá prazer". Recentemente ele narrou partidas de vôlei na Arena Suzano. Gil ainda diz que pretende fazer um grande show musical em 2020, quando completará 60 anos. Apesar de gostar muito do palco, ele não se intitula um cantor. "Não estudei para ser cantor, não tenho a afinação que muitos cantores têm. Quero fazer só em casos especiais", disse.
 
"Tive que abrir mão do estilismo por outras responsabilidades. Já narrei partidas de vôlei na Arena, mas nunca havia entrado em uma quadra antes disso. Foi um desafio, mas narrei outros dois jogos depois", emendou.
 
Maus costumes
 
Durante a entrevista, a característica elegante de Gil Fuentes, mais uma vez, chamou a atenção. Ao ser perguntado sobre uma "cutucada" que ele deu em uma pessoa na coluna social, ele reclamou das pessoas que não sabem se comportar em eventos importantes. 
 
A maior irritação de Gil é com quem não deixa o celular no modo silencioso durante reuniões importantes. 
"Às vezes, a pessoa está em uma mesa com autoridades, no velório ou em algo importante e deixa o celular tocar. É gafe, é feio e a pessoa está pagando mico", alertou.
 
Ele também reclamou das pessoas que levam crianças a alguns locais em que elas não deveriam estar. 
"Posso citar vários exemplos de pessoas humildes que têm filhos educados, assim como de pessoas ricas que têm filhos mal educados. Tem gente que acha que tem que levar o filho em todo o lugar, e não é. Não tem com quem deixar, não vai", completou.
 
Gil também falou sobre política. Escreve notas sobre opiniões no setor e garantiu que já foi convidado para cargos políticos, apesar de não ter aceitado.

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