Pelo menos, 129 áreas de risco serão monitoradas durante as operações específicas de verão no Alto Tietê. O dado é referente a cinco cidades da região. O objetivo da ação é prevenir desmoronamentos, alagamentos e inundações no período de fortes chuvas. Em Suzano, a Prefeitura realizará uma operação com todo o efetivo da Defesa Civil, em alerta 24 horas por dia e constantes vistorias nas 37 áreas de risco da cidade. A ação vai até 31 de março.
De acordo com a pasta, iniciativas preventivas foram realizadas no decorrer do ano, como limpeza de córregos, rios e valas e vistorias nas áreas de risco, que estão entre locais às margens de rios e encostas com possibilidade de escorregamento ou deslizamento.
Poá tem atualmente o Plano Verão 2016/2017. A ação combate às ocorrências que geram risco de segurança, saúde, moral ou bens da população, durante o período de vigilância e alerta. A cidade conta com 23 áreas de risco, que são monitoradas pela Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil da Estância Hidromineral de Poá. Nos próximos dias a Secretaria de Segurança Urbana confirmou que vai encaminhar à Defesa Civil Estadual o Plano Verão 2017/2018. Já em Itaquaquecetuba, o município realizará uma operação entre 31 de novembro a 31 de março de constante monitoramente das 28 áreas de risco e acompanhamento dos índices pluviométricos e adversidade climática. Além disso, também serão apresentadas palestras de conscientização.
Em Ferraz de Vasconcelos, a Defesa Civil disse que serão realizadas vistorias contantes nas áreas com maior indicie de risco e a cidade como um todo, bem como monitoramento pluviométrico, vistorias nos córregos e rios. A operação começará a partir da próxima sexta-feira e terminará em 31 de março de 2018. De acordo com a pasta, o município conta com 12 áreas de deslizamento e cinco áreas de inundação.
Mogi das Cruzes dará início à Operação Verão também na próxima sexta-feira. Com a mesma duração da iniciativa em Ferraz, a cidade tem por objetivo deixar a cidade preparada para atender prontamente qualquer urgência e emergência decorrentes das chuvas. Mogi possui seis áreas de risco de deslizamento, 12 áreas com risco de alagamento e seis com risco de enchentes.
No município de Arujá, de acordo com a Secretaria de Serviços, ações de prevenção são realizadas constantemente. Entre elas estão de limpeza de cabeceiras das pontes e de desassoreamento em córregos e rios. Contudo, a pasta afirmou que os trabalhos são intensificados em períodos de fortes chuvas, no verão. O órgão esclareceu que apenas neste mês, foram realizadas limpezas nos rios no Parque Rodrigo Barreto, de toda a extensão da Avenida João Manoel e Mário Covas, no Centro, como do córrego Caputera, entre outros. Segundo a Secretaria de Habitação, com a mudança de moradores para unidades construídas pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) no município, as áreas de risco apontadas pelo Instituto de Pesquisa Tecnológicas (IPT), consideradas graves, foram erradicadas.