Criada em 2009 a criptomoeda bitcoin está atraindo a atenção de investidores e empresários que querem investir e utilizar a ferramenta para minimizar tempo e custos com o comércio eletrônico através da tecnologia digital.
No Brasil, o assunto tem ganhado força e os fóruns de discussão crescem à medida em que os interessados buscam garantir a sua fatia da moeda. No Alto Tietê não é diferente, todas as cidades incluindo Guarulhos tem um total de 500 empresas cadastradas e que utilizam o bitcoin como forma de pagamento em diversos estabelecimentos.
Em entrevista ao DS, o consultor e palestrante da empresa Minerworld, Clovis Paoletti, conta como se tornou um investidor, quanto custa e se vale a pena investir em bitcoins.
"Antes da minha aposentadoria sair há um ano atrás, decidi aplicar em bitcoin entretanto, estudei em sites, literaturas e também fui em palestras sobre o assunto antes de começar a investir. Com isso, além de ser um investidor também faço toda a assistência para as pessoas que tem dúvida sobre o que é minerar bitcoin que nada mais é do que realizar a homologação das transações de compra e de venda com apenas um código", conta.
Atualmente uma moeda de bitcoin está com sua cotação em alta, em menos de um ano ela está valendo R$ 67 mil para a compra e cerca de R$ 65 mil para a venda. Contudo, é necessário ter cautela e armazenar as moedas virtuais para não ter problemas futuros. "O ideal é criar uma carteira virtual para armazenar as moedas. Essas carteiras são softwares que são baixados e rodados em seu computador. Nele, você pode armazenar todo o seu dinheiro como se fosse um banco online", comenta.
Paoletti também explica que por se tratar de um código, o bitcoin não pode ser burlado sendo totalmente seguro graças a um código matemático complexo e único. chamada "blockchain" que funciona como um livro de registros no qual, todas as transações feitas no mundo inteiro com a moeda virtual estão registradas ali. Dessa forma, é garantida a segurança e a integridade da moeda à prova de hackers, ou seja, toda vez que uma transação é feita, um novo código é gerado e adicionado ao código preexistente do bitcoin, tornando impossível sua falsificação.
"Como empreendedor e com os resultados que estão cada dia mais rápidos, eu recomendo as pessoas investirem em bitcoins mesmo sendo difícil, pois as pessoas tem medo e receio por falta de informação. Entretanto, as bolsas de valores estão discutindo e os bancos resistem em aceitar e reconhecer que o bitcoin é a realidade do futuro. A partir de março de 2018, outras moedas virtuais que estão em circulação em diversos países também serão usados no Brasil, sendo elas: Riple, Iota, Monero, BCash, Ethereon e Litcoin, assim como o Bitcoin que é o mais utilizado", finaliza.