Com o final do ano se aproximando muitas pessoas deixam as compras para a última hora e com isso é esperado uma grande movimentação como aconteceu ontem nas lojas e comércios da Rua General Francisco Glicério, em Suzano.
O DS acompanhou a rotina dos consumidores em suas compras de Natal e também a dos lojistas, já que as festas de fim de ano representam a melhor época para as vendas do varejos que apostam em promoções e lucros para fidelizar e atrair os clientes.
Os comerciantes estão empolgados com as vendas e esperam faturar uma porcentagem superior ao ano passado, é o que diz o gerente da loja Humanitarian Josué Silva. "Como as pessoas deixam para última hora as vendas tendem a aumentar. Nossa expectativa é de que conseguimos atingir um aumento de 5% com relação ao ano anterior", ressalta.
Para o proprietário da empresa Empório Calçados, Thiago de Souza a ideia para superfaturar e driblar a crise econômica é apostar nas promoções e agradar o cliente com boas mercadorias. "Este é o meu primeiro ano em Suzano e para conseguir fidelizar apostei nas promoções para atrair os consumidores. Sem dúvidas, os negócios estão aumentando e o comércio daqui não se compara a nenhum outro, pois, as pessoas gostam de gastar e são mais 'povão'", afirma.
Outro comércio que também está atraindo clientes, em especial o público feminino é a loja de perfumarias da empresária Regiane Menezes, ela conta que os cosméticos são os presentes mais ofertados no fim de ano. "Comparado ao ano passado, esse ano as vendas diminuíram bastante. Entretanto, estamos esperançosos para que até o final do mês possamos fazer um balanço para atingirmos uma boa porcentagem. No final, sempre conseguimos superar as expectativas, porque as pessoas compram muitos cosméticos e perfumes nesta época do ano", diz.
Quem também está satisfeitos com os preços e as promoções são os próprios consumidores que estimam gastar aproximadamente R$1 mil até a chegada do Ano Novo, como o cliente João Henrique Cardoso, de 26 anos. Segundo ele, os gastos deste ano foram maiores que a do ano passado. "O mais comum em gastos para o Natal é roupas e calçados e com isso acabamos comprando para a família toda e consequentemente gastando mais. Só este mês depois da chegada do décimo terceiro, gastei até agora cerca de R$ 1 mil", conta.
Já para a cliente Sônia Anjos, de 42 anos que prefere não arriscar em comprar nas lojas em final do ano por conta da superlotação, aposta em compras via internet ou até mesmo com revendedoras, o tradicional boca a boca para evitar transtornos. "Nesta época do ano prefiro comprar antes mesmo de dezembro chegar, ou compro com algumas revendedoras como fiz esse mês para evitar filas e transtornos. Por isso, este ano optei em comprar roupas e calçados com a minha cunhada que faz revenda para economizar nas compras", comenta.