O Centro de Abastecimento Farmacêutico (CAF) de Suzano, previsto para ser inaugurado ainda neste mês, já tem endereço confirmado. A sede será na Rua Manoel Casanova, no Jardim Vitória. A expectativa é de que a administração possa desativar dois galpões alugados na região central, usados para o estoque dos medicamentos públicos, a fim de economizar R$ 2 mil mensais.
A nova central de distribuição promete ser informatizada, de modo a abastecer todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade. De acordo com a prefeitura, o novo espaço visa atender às exigências técnicas do Ministério da Saúde. A localização também seria escolhida estrategicamente para atender todas as UBSs suzanenses.
"A Secretaria Municipal de Saúde reestruturou o sistema logístico de controle e distribuição de medicamentos, gerando assim uma resposta mais rápida para reabastecer as UBSs, onde as medicações são dispensadas à população mediante receita médica", explicou a municipalidade.
Em nota, a administração informou que a infraestrutura de controle dos remédios será 100% informatizada para potencializar a distribuição de medicamentos na rede municipal. "Dentre os principais objetivos do CAF destacam-se as virtudes de controlar a entrada e a saída de medicamentos, tanto no âmbito físico como financeiro, e manter o estoque regular sem faltas. Com o funcionamento deste novo espaço, haverá um maior controle do fluxo das unidades, além de tirar Suzano dos procedimentos de papel, colocando-a na era digital com uma nova metodologia de recebimento e expedição".
Ashiuchi
O prefeito Rodrigo Ashiuchi (PR) anunciou a novidade em entrevista ao DS na última semana. Na ocasião, o chefe do Executivo destacou o desejo de redução das filas principalmente na saúde. "Será um Centro de Distribuição dos mais avançados da região. Será um ponto de referência. Todos os postos de saúde terão seus tablets. Vou ter acesso online da minha mesa de toda a quantidade de remédios, dos estoques, do que está saindo e entrando".
Além disso, Ashiuchi também disse buscar parceria com o Estado para o projeto, embora o CAF seja da própria prefeitura. "Os remédios faltam ainda, mas melhoramos muito. Peguei a Prefeitura com 15% da cesta de remédios. Estou entregando ela no primeiro ano (2017) com quase 85%. Os remédios que faltam, não é por falta de dinheiro, é por conta de fornecedor, por problemas de licitações. Quero chegar no primeiro semestre de 2018 com 100% da cesta atendida nos quatro cantos da cidade".