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Cidades

Alto Tietê tem geração de 552 empregos no primeiro mês de 2018

Suzano foi a cidade com o maior número de novas vagas, com 331 oportunidades

03 março 2018 - 09h10 Por Marília Campos - De Suzano
O Alto Tietê encerrou o período de janeiro com a geração de 552 vagas de empregos. O índice positivo se deu pela admissão de 8.774 pessoas e o desligamento de outros 8.222 trabalhadores em toda a região, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), por perfil de cada município. 
 
O primeiro mês de 2018 foi de recuperação das vagas em quase todas as cidades, com exceção de Guararema, Poá e Santa Isabel, que não apresentaram sinais de retomada. 
 
O índice de criação de empregos foi acrescido em 1.258 novas oportunidades, em comparação a dezembro do ano passado. Isso porque, no último mês de 2017, foi verificado o saldo negativo de 8.320 demissões e apenas 6.510 contratações, sendo Biritiba-Mirim o único município da região com resultado positivo de 28 cargos retomados. 
 
Em janeiro daquele ano, o Alto Tietê já havia registrado a perda de 327 empregos. Neste período, Poá fechou 515 vagas no prazo de 31 dias- o que significa que a cidade sofreu cerca de 116 demissões por semana.
 
A primeira atualização do Caged em 2018 apresenta recuperação. Suzano foi a cidade com o maior número de novas vagas, com 331 oportunidades. Em Mogi das Cruzes houve mais 200 contratados. No município de Itaquaquecetuba, a criação foi de 96. O município é seguido por Arujá, com 47 empregos; Ferraz de Vasconcelos com 30; Biritiba com 21 e Salesópolis com 17 vagas a mais preenchidas. 
 
O pior desempenho de janeiro foi verificado em Poá, com 125 oportunidades fechadas. Em Guararema, o saldo negativo foi de 40 trabalhadores cortados e em Santa Isabel a perda de 25 cargos. 
 
Brasil
Em todo o país, 77,8 mil vagas foram abertas no primeiro mês deste ano. É a primeira vez que o ano começa com contratações desde 2014, e o resultado é o melhor para janeiro desde 2012, quando foram criadas 118,9 mil vagas.
 
A recuperação foi sentida nos setores da construção civil, enquanto o saldo foi negativo para o comércio, administração pública e indústria de extração mineral. 
 
No Sudeste, o Estado com o pior desempenho foi o Rio de Janeiro. E São Paulo lidera o quadro com a criação de 20,2 mil novas vagas. 

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