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Cidades

Suzano desenvolve ações preventivas contra doenças sexualmente transmissíveis

Por meio do Serviço de Atendimento Especializado/Centro de Testagem e Aconselhamento, ações educativas e corretivas ocorrem em toda a cidade

10 março 2018 - 17h22 Por de Suzano

Mesmo no período pós-Carnaval, o Serviço de Atendimento Especializado/Centro de Testagem e Aconselhamento (SAE/CTA) da Prefeitura de Suzano vem desenvolvendo ações preventivas contra doenças sexualmente transmissíveis (DTSs). Subordinado à Secretaria Municipal de Saúde, o órgão também presta o atendimento aos munícipes no tratamento e no acompanhamento de rotina de pacientes.

As equipes do setor atuam no abastecimento de preservativos masculino e feminino nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), além da distribuição de gel íntimo (lubrificante) e folders informativos. Em ações pontuais, o CTA também articula formas de conscientização nos locais de grande movimento de pessoas, como postos volantes de vacinação e eventos públicos. Para se ter uma ideia, mais de 7 mil unidades de preservativos e gel lubrificante foram distribuídos entre as comemorações do Carnaval e as campanhas de vacinação contra a febre amarela em Suzano.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Luis Claudio Guillaumon, a iniciativa tem o objetivo de conscientizar a população quanto às doenças sexualmente transmissíveis durante todo o ano. Para isso, o CTA disponibiliza testagens rápidas de HIV, sífilis e hepatites B e C, promove palestras sobre educação sexual e faz aconselhamento na própria sede da unidade, situada na rua Batista Renzi, 186, no Jardim São Luiz.

Com a execução dos exames, os resultados são realizados de forma sigilosa e privativa, com orientações antes e depois dos testes e, se necessário, encaminhamento para tratamento. Fica a cargo do Centro de Testagem e Aconselhamento disponibilizar os resultados dos testes. Atualmente, o CTA conta com 650 pessoas cadastradas, sendo que 350 fazem o tratamento ativamente com medicação e orientações rotineiras.

Nesses casos, os pacientes têm o acompanhamento da carga viral por meio de consultas com médico infectologista. “Os infectados com a bactéria da sífilis recebem medicamentos e acompanhamento nas UBSs mais próximas de onde moram. Quem é detectado com hepatite B ou C é encaminhado para hospital de referência da região para tratamento. Já os pacientes com HIV têm uma frequência ainda maior, resultado esse responsável, em alguns casos, pela carga viral indetectável, ou seja, quando o paciente tem o vírus, mas não o transmite. Essa conquista é importante principalmente em casos de gravidez, quando a mãe não transmite a vírus para o bebê”, argumentou Guillaumon.

Mais informações sobre o SAE/CTA podem ser obtidas pelo telefone 4741-2535.

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