A Suzano Papel e Celulose paralisou suas operações por causa da greve dos caminhoneiros. Em nota, a empresa afirmou que, “mesmo tendo adotado todas as medidas para minimizar os impactos da greve dos caminhoneiros, foi obrigada a paralisar as suas operações”.
“A companhia manterá seus acionistas e o mercado oportuna e adequadamente informados sobre os desdobramentos desse cenário com relação à companhia, incluindo a retomada das suas atividades, conforme o caso”, informa a nota da Suzano Papel.
Em março, a Suzano Papel e Celulose acertou com a Fibria Celulose S.A. um acordo para a combinação de seus negócios, uma fusão das duas empresas, criando a maior companhia de celulose do mundo. Unidas, as duas companhias terão capacidade de produção de 12 milhões de toneladas de celulose.
Pelo acordo, a Suzano terá 45% da nova empresa. A Votorantim, que detinha 29% da Fibria, ficará com cerca de 5% e o BNDESPar, braço de participações do BNDES, que também tinha uma fatia de 29%, com 11% da nova companhia.
Sobre a paralisação das atividades, a Suzano Papel espera a retomada da produção, conforme a normalidade seja garantida no País com o fim da greve dos caminhoneiros.