O delegado titular Edson Gianuzzi afirmou que houve uma queda de 20% no número de ocorrências registradas na Delegacia Central de Suzano devido à greve dos caminhoneiros. Para ele, a falta de combustível fez com que a população economizasse usar os veículos de locomoção, não indo para as delegacias registraram o Boletim de Ocorrência (B.O.). Consequentemente, os crimes a vítimas de carro também diminuíram.
"Na verdade, há um tempo que a Delegacia Central tem registrado um número menor de ocorrências. Mas em relação à greve, devido ter menos pessoas circulando com carros, ficou menos sujeito a se ter um crime. Além disso, a população não consegue vir até a delegacia registrar o B.O. Não podemos dizer que isso é um saldo positivo, mas é claro que de certa forma é um espelho na questão de segurança da cidade", explicou Gianuzzi.
Por outro lado, o comandante do 32º Batalhão da Polícia Militar Metropolitana (BPM/M), tenente-coronel Wagner Matiota, disse que há um tempo Suzano vem obtendo saldos positivos na segurança. "Estamos com uma redução de criminalidade. Não sei se a greve colaborou ou não com isso, mas o policiamento preventivo não foi prejudicado e esteve atuante. As atividades foram realizadas e continuamos na mesma frequência e crescimento em combate ao crime e protegendo a sociedade", comentou.
Ele ainda relatou que os principais crimes que preocupam na cidade são os contra a vida. "Priorizamos sempre a preservação da vida. Todos os crimes que envolvem ameaça ou a violência, como roubos, latrocínios, roubos outros, nos preocupam. Em segundo momento, combatemos também crimes contra o patrimônios, que são na maioria os furtos".
De acordo com o comandante, atualmente há aproximadamente 250 policiais em Suzano atuando 24 horas e em média são 20 viaturas usadas por dia.