Há um ano, a administração suzanense deu início à instalação de lixeiras na região central da cidade.
O serviço, concluído em novembro, em parceria com a Associação Comercial e Empresarial (ACE) e a empresa Pioneira Saneamento e Limpeza Urbana, resultou em mais de 80 suportes instalados no principal quadrilátero do município- entre as ruas General Francisco Glicério e Benjamin Constant. Oito meses depois, as lixeiras de lata estão resistentes. As instalações anteriores eram depredadas em um curto período de tempo.
Quem caminha pelo centro de Suzano, conhece o problema crônico de depredação das lixeiras. Em janeiro do ano passado, o DS apontou que oito a cada dez lixeiras eram alvo de vandalismo na região central. A instalação dos suportes de lata agradou a população, que percebe a maior resistência do material em comparação ao plástico. É o que diz o catador Vanderlei da Silva. "Isso aqui já esteve muito pior".
Apesar das lixeiras de lata, os suportes de plástico ainda existem na cidade.
O material não é tão resistente e tende a ser mais facilmente danificado. "Eu acho que tem que melhorar sempre, em quantidade e qualidade. A maioria que eu vejo nas ruas, ainda é de plástico e sempre com lixo caindo", reclama a vendedora Jaqueline Martins. Outra queixa sobre o assunto vem da dona de casa Neia Souza, moradora do Monte Cristo.
"A gente vê lixeiras no centro, mas nos bairros são poucas". Questionada sobre quantas lixeiras atualmente existem na cidade e qual a periodicidade de manutenção das mesmas, além de projetos de novas instalações necessárias, a prefeitura não se posicionou.