Suzano registra, em média, até dois casos por mês de localização de escorpiões e neste ano a Vigilância Epidemiológica contabilizou um caso de picada deste animal. O setor de Zoonoses realiza vistorias e recolhimento desses animais mediante solicitação dos munícipes. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, por meio do telefone 4745-2064.
De acordo com a Vigilância de Zoonoses, vinculada à Secretaria de Saúde de Suzano, após vistoria e recolhimento dos animais, o setor de Zoonoses os encaminham para órgãos que tratam do assunto, além da desinsetização do local que o escorpião foi encontrado.
Em casos de picada, o setor informou que o suzanense deve ser encaminhado ao Hospital Luzia de Pinho Melo, localizado em Mogi das Cruzes, que é a referência na região para casos de picada por animal peçonhento, e que pode administrar o soro antiescorpiônico, mediante atendimento médico.
Casos
No início de fevereiro, um Tityus bahiensis, mais conhecido como escorpião-preto ou escorpião-marrom, foi encontrado dentro de uma casa na Rua Presidente Nereu Ramos, no Jardim Santa Helena, em Suzano. Ele estava na cozinha, quando o morador e aposentado Carlos Augusto Moreira o apanhou.
No final de 2017, também foram registrados aparições de escorpiões na Avenida Armando de Sales de Oliveira, altura do 1.200. Na ocasião, os animais apareceram em uma loja após saírem do esgoto.
A proprietária da loja, Márcia Martins, disse que até hoje não apareceram mais animais. Contudo, ela e os comerciantes do local estão sempre atentos. "Desde que apareceu pela primeira vez sempre temos receio de ter surgirem mais", explicou.