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Suzano

Dia do Soldado será comemorado com solenidade no Tiro de Guerra

100 jovens são selecionados no intuito de preparação para ações cívico-sociais

22 agosto 2018 - 23h32 Por Marília Campos - de Suzano
O Tiro de Guerra de Suzano comemora no próximo dia 25 de agosto, sábado, o Dia do Soldado. A data será relembrada durante solenidade aberta ao público, a partir das 9 horas. A comemoração contará com desfile dos reservistas da cidade de Pindamonhangaba, além da presença dos atiradores suzanenses em instrução. No município, a cada período, 100 jovens são selecionados para compor o Tiro de Guerra, no intuito de preparação para ações cívico-sociais. 
 
Neste mês de agosto, os instrutores encerram a seleção de alistados em Suzano. Por ano, a média é 3 mil jovens alistados na junta militar do município, dos quais pelo menos 650 são designados à seleção geral. Nesta etapa, os entrevistos passam por atualização de dados e avaliação médica.
 
No mês de dezembro, então, 300 deles passam para a seleção complementar, a ser realizada em janeiro. Deste processo seletivo, 100 são escolhidos para a instrução do Tiro Guerra. "A seleção não é excludente, a gente não busca apenas uma classe da sociedade", explica o atual chefe da instrução, subtenente Márcio Biscaglia Vieira.
 
A matrícula desses jovens se inicia a cada 1º março. Ao todo, o período de formação é de nove meses, para encerramento em dezembro. Durante esses meses, os atiradores recebem instrução prática e teórica para ações cívico-sociais, por 12 horas semanais, sendo a frequência diária, de segunda a sábado, das 6 às 8 horas. "Não há remuneração, o objetivo é manter o munícipe na cidade.
 
O horário não o tira do mercado de trabalho ou da faculdade, não tem exclusividade integral. É uma escola, não é um quartel".
 
Selecionados
 
Desde o início dos anos 2000, o Tiro de Guerra trabalha com a formação média de 100 atiradores. Contudo, nos anos anteriores ao milênio, a organização militar já chegou a atender 250 jovens. Do atual número estipulado, em 100 atiradores, mais da metade segue com a formação durante os nove meses.
 
No ano passado, por exemplo, 88 deles concluíram o período com total aproveitamento das instruções. Neste ano, daqueles que ingressaram no Tiro de Guerra em março, para conclusão prevista em dezembro, apenas dois se desligaram. "Às vezes a vida nos coloca imposições. Os desligamentos são questões individuais", disse Biscaglia.
 

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