quarta-feira 30 de setembro de 2026 Logo Rede DS Comunicação

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 34,90 por mês, no plano anual.

Ler Jornal Assine
Jornal Diário de Suzano
Envie seu vídeo (11) 4745-6900
Cidades

Aumento do dólar preocupa agentes de viagens em Suzano

Com passagens que variam entre R$ 2,5 a R$ 3,5 mil, os destinos mais procurados pelos viajantes são pela Europa

06 setembro 2018 - 13h46 Por Amanda Moreira - de Suzano
O dólar fechou em alta no primeiro pregão do mês de setembro superando a marca de R$ 4,15, este valor é considerado o maior desde janeiro de 2016. O aumento preocupa os profissionais das agências de viagens de Suzano, já que a moeda norte-americana, interfere em outros setores da economia, como o turismo.
 
De acordo com a agente de viagem Eliane Soares, de 38 anos, da empresa Destinos Mágicos, o efeito surgiu negativamente durante a procura internacional, porém, os pacotes para a Europa e Estados Unidos ainda sendo os mais requisitados.
 
"A procura por internacional ainda se mantém, entretanto, as viagens nacionais são as mais escolhidos pelos viajantes", afirma. A recente disparada do dólar, que voltou a romper a barreira dos R$ 4 após 2 anos e meio, acontece em meio às incertezas sobre o cenário eleitoral e também ao cenário externo mais turbulento, o que faz aumentar a procura por proteção em dólar.
 
De acordo com a Agência Brasil, a moeda norte-americana subiu 1,93%, a R$ 4,1505 - no maior valor desde janeiro de 2016. Para a gerente da empresa Via Firenze, Fernanda Amaral, o aumento dificulta para aqueles que planejam realizar uma viagem ao exterior. "Muitas pessoas estão aguardando o término das eleições para fecharem o pacote internacional, mas com a alta do dólar nas últimas duas semanas, a cotação mantém por conta da tarifa do câmbio", conta.
 
Com passagens que variam entre R$ 2,5 a R$ 3,5 mil, os destinos mais procurados pelos viajantes são pela Europa. "Estamos com procura para o final de ano, porém ainda está caro e muitas pessoas estão aguardando para que a cotação diminua ou mantenha nos próximos meses", disse Fernanda.

Leia Também