O diretor da Vigilância Sanitária de Suzano, Mauro Vaz, disse ao DS que toda equipe está concentrada na prevenção e orientação para evitar a contaminação pelo novo coronavírus. Entretanto, Vaz diz que o órgão não pode fechar os olhos para outras questões que envolvem a saúde, como a dengue.
Vaz explica que a Vigilância em Saúde é dividida em três, e que cada uma está concentrada em uma frente no município, além do coronavírus. A Zoonoses está dedicada a prevenção de casos de dengue em Suzano. "Não adianta a gente focar no coronavírus e esquecer as outras doenças que podem ser evitadas. Então nós temos uma equipe que está indo para a rua, fazendo essa prevenção", diz o diretor.
Já a Vigilância Epidemiológica da cidade está concentrada nos casos de Covid-19. "Todas as notificações de casos de coronavírus passam pela epidemiológica. Então uma equipe vai até a casa da pessoa infectada, e dá todas as orientações para que todos da família saibam o que fazer nesse caso. E vamos acompanhado a evolução desse paciente", explica.
A terceira e última frente é a Vigilância Sanitária que fiscaliza os locais e estabelecimentos que porventura ainda estejam funcionando apesar do decreto de quarentena, do Estado e do município. "Nós temos denúncias de comércios que por mais que não estejam abertos, ainda estão funcionando com as portas fechadas. Em sua maioria são lugares de funcionamento noturno", relata.
Para os comércios liberados para funcionar, o diretor conta que a fiscalização é diferente. "Nós vamos até os estabelecimentos por exemplo, para ver se os funcionários estão usando proteção, se estão disponibilizando o álcool em gel, se estão respeitando a distância necessária e afins", conta. Além disso, a vigilância também mantém um trabalho junto ao Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Suzano, fiscalizando os valores de produtos essenciais para que não haja preços abusivos nos estabelecimentos.
Segundo o diretor, todas ações realizadas pela vigilância em Suzano estão alinhadas tanto com a prefeitura municipal, quanto com a sede da Vigilância Sanitária em São Paulo, que envia orientações para as entidades espalhadas pelo Estado.