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Cidades

Comissão de Saúde da Câmara e OAB de Suzano são a favor da reabertura do comércio

De acordo com o Consórcio de Desenvolvimento do Alto Tietê (Condemat), a expectativa é de que a região comece a flexibilizar a quarentena a partir do dia 15 de junho e passe para a segunda fase do Plano São Paulo desenvolvido pelo governo estadual

10 junho 2020 - 10h02 Por Carolina Rocha - de Suzano
A Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Suzano e a Ordem dos Advogados do Brasil do município (OAB Suzano) são a favor da reabertura gradual e consciente de lojas, comércio e serviço não essencial na cidade. De acordo com representantes das entidades, o município deve continuar seguindo recomendações de órgãos sanitários e de saúde para que essa retomada seja feita com segurança.
 
Apesar de ser a favor da reabertura de serviços, o presidente da Comissão de Saúde, o vereador Carlos José da Silva (PSDB), o Carlão da Limpeza, disse que Suzano precisa continuar seguindo recomendações e protocolos estaduais e federais antes de prosseguir com a ação.
 
"Nós somos a favor da reabertura do comércio, mas de forma responsável, cuidando da saúde da nossa população. O que nós não queremos é tomar uma decisão hoje e amanhã pagarmos o preço. Por isso estamos estudando a maneira mais eficaz, junto com a Secretaria de Saúde e com o Executivo para realizar essa reabertura", explica o vereador.
 
Para o presidente da OAB de Suzano, Wellington da Silva Santos, o comércio deve voltar a funcionar na cidade, entretanto com restrições e seguindo orientações de saúde e tomando medidas para conter a disseminação da doença. 
 
Santos explica que devido a ações realizadas pela municipalidade, como o levantamento do Hospital de Quarentena, criação de leitos e a contratação de unidades em instituições privadas, a cidade está em um quadro favorável a reabertura do comércio, utilizando de protocolos de segurança e a adoção de medidas proteção a clientes e funcionários evitando assim as aglomerações.
 
Entretanto, o presidente reitera que a reabertura do comércio precisa ser feita com cautela e precisa observar as condições da cidade. Para ele, se após a reabertura de atividades não essenciais houver um aumento no número de casos e óbitos na cidade, a gestão municipal precisa voltar atrás. "Caso o quadro mude, e haja aumento de mortes e casos, eu sou favorável a reavaliar essa reabertura também", completa.
 
De acordo com o Consórcio de Desenvolvimento do Alto Tietê (Condemat), a expectativa é de que a região comece a flexibilizar a quarentena a partir do dia 15 de junho e passe para a segunda fase do Plano São Paulo desenvolvido pelo governo estadual.

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