Diferentemente da Capital, Suzano não deve adotar a circulação de ônibus das linhas municipais apenas com passageiros sentados.
A medida foi decretada no município de São Paulo como forma de evitar a disseminação do novo coronavírus nos coletivos, assegurando o distanciamento social.
Segundo a Prefeitura de Suzano, a cidade foi uma das primeiras a declarar o uso obrigatório de máscaras nos ônibus da cidade, antes mesmo do governo estadual. As medidas de fiscalização continuam sendo adotadas, inclusive com conscientização e orientação para evitar aglomerações.
A Prefeitura ainda informou que o município seguirá acompanhando a situação e será solicitado à empresa responsável pelo transporte público municipal a disponibilização de mais veículos nas principais linhas observadas pela fiscalização.
A Radial Transporte, empresa que administra as linhas do município, informou em nota que a medida é válida apenas para a cidade de São Paulo, e que por esse motivo, ainda não há previsão de adoção desse sistema no Alto Tietê. Entretanto, a empresa afirma que acompanha as orientações municipais, assim como as estaduais, e que está atenta para trabalhar em prol da população e a favor de decisões das autoridades, caso a medida seja adotada pela cidade.
Na última semana, a Prefeitura de São Paulo decretou que os ônibus municipais só podem circular com a capacidade máxima de passageiros sentados. Os motoristas dos coletivos estão autorizados pela gestão municipal a não pararem em pontos da cidade caso o ônibus já esteja com todos os assentos ocupados.
Além dessa medida, outros protocolos já estão em vigor na Capital, como a utilização obrigatória de máscaras nas dependências dos ônibus e nos terminais espalhados pela cidade, assim como a marcação no chão para sinalização da distância mínima entre os passageiros nos locais de embarque. Os veículos e ambientes frequentados pelos passageiros também estão sendo higienizados.
Para que não haja falta de coletivos, a Prefeitura inseriu mais 784 ônibus que já estão em circulação no transporte municipal, para garantir o cumprimento das medidas para reduzir a disseminação do novo coronavírus.