O fluxo de veículos na Rodovia Índio Tibiriçá (SP-31) “voltou ao normal” com a reabertura do comércio em Suzano.
O DS circulou pela via esta semana e constatou quantidade de carros típica para o dia e horário, mesmo com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
Em alguns trechos de faixa única, como na região do Raffo, por exemplo, a velocidade precisa ser mais controlada e a distância entre os veículos reduz.
Essa situação aconteceu no sentido Palmeiras da via.
Já do lado que vai para o Centro, o fluxo foi um pouco mais tranquilo. O número de veículos na via já é bem diferente do que o visto em outras ocasiões durante a pandemia.
Com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a quantidade de carros nas ruas e estradas de Suzano havia diminuído consideravelmente. No início de abril, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) chegou a dizer que a qualidade do ar havia melhorado na região, por consequência do número menor de carros nas ruas.
No entanto, o movimento após a reabertura do comércio aumentou, e muitas pessoas têm se deslocado de Palmeiras para a região central da cidade pela Índio Tibiriçá, que é principal via de ligação da região Sul para o Centro.
O DS entrou em contato com a Secretaria de Logística e Transportes do Estado, a fim de levantar dados sobre veículos que estão circulando pela SP-31, mas até o fechamento da reportagem, não obteve resposta.
Período de estiagem beneficia quem usa outras estradas
O período de estiagem, típico das estações de outono e inverno, beneficiou a população que usa a Estrada da Duchen e a Estrada das Varinhas, em Suzano. Isso porque o trecho da pista que geralmente fica alagado pela Represa do Taiaçupeba, reapareceu.
O DS também esteve no local e constatou que é possível circular pelo trecho que há algumas semanas estava alagado. Vários registros de caminhões e carros circulando no ponto que passa por dentro da represa foram feitos pela reportagem.
Moradores dos bairros Chácaras Duchen e Jardim Mimosa já relataram, em diversas oportunidades, que precisam dar uma volta de cerca de 10 quilômetros para atravessar de um lado para o outro quando o nível da represa sobe e a água alaga a pista.
Atualmente, a Represa do Taiaçupeba encontra-se com 50,14% de sua capacidade total, conforme dados atualizados na manhã da última quinta-feira (18) pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).