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Cidades

Taxa de isolamento social oscila entre 40% e 50% na região

Entre as cidades do Alto Tietê monitoradas, Mogi das Cruzes teve melhor índice registrado no último domingo

22 junho 2020 - 22h30 Por Carolina Rocha - da Região
Apesar da flexibilização da quarentena na região, a taxa de isolamento social no Alto Tietê continua com índices entre 40% e 50%. Os dados disponibilizados pelo Governo do Estado sobre a adesão ao isolamento em São Paulo, mostram que mesmo na fase laranja do Plano São Paulo, as porcentagens de isolamento não caíram para menos de 40%.
 
De acordo com o Sistema de Monitoramento Inteligente de São Paulo (Simi-SP), no último domingo (21), a menor taxa registrada na região foi em Ferraz de Vasconcelos, com 46% a adesão ao isolamento social. Nas demais cidades da região, as porcentagens estão acima do índice registrado por Ferraz, como é o caso de Poá, Itaquaquecetuba e Suzano, todas com 48% na taxa de isolamento.
 
Em Arujá, o índice foi ainda melhor, com 50% da população em quarentena. 
 
Já em Mogi das Cruzes, 51% dos munícipes permaneceram em casa, sendo a cidade da região com a melhor adesão ao isolamento social. Em todo o Estado, o índice de isolamento registrado foi de 52%.
 
Vale ressaltar que parte das atividades econômicas da região voltaram a funcionar, conforme permitido pelo governo estadual no Plano São Paulo. 
 
Em Suzano, já é permitida a abertura de escritórios, lojas de rua, concessionárias, imobiliárias e atividades de economia criativa, como a produção audiovisual e edição de livros, jornais e revistas, além de indústrias e a construção civil, desde que seguindo protocolos de segurança e higiene.
 
De acordo com o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê, é possível que a região entre na fase 3 (amarela) do Plano São Paulo ainda este mês.
 
O consórcio explica que a mudança de fase pode acontecer devido a evolução positiva dos indicadores que o Estado leva em consideração para a reclassificação das regiões.
 
Esses critérios são divididos em duas áreas, que são a capacidade hospitalar (número de leitos de Covid-19 por 100 mil habitantes e ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para coronavírus) e a evolução da epidemia (número de casos, internações e óbitos). 
 
A próxima avaliação para a reclassificação no plano está prevista o dia 26 de junho.

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