Os prefeitos do Alto Tietê terão cerca de 4,1 bilhões para administrar em 2021. A estimativa tem como base os dados das câmaras municipais e de prefeituras por meio de projetos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
De acordo com o levantamento realizado pelo DS, Mogi das Cruzes é a cidade da região que terá o maior montante previsto para o ano que vem.
O próximo prefeito eleito terá um orçamento de cerca de R$ 1,4 bilhão para administrar o município. O projeto ainda será aprovado.
Em seguida aparecem as cidades de Suzano com R$ 863,9 milhões previstos para 2021.
As pastas da Educação e da Saúde devem ter a maior fatia do orçamento, com R$ 244,8 milhões e R$200 milhões, respectivamente. Itaquaquecetuba tem a terceira maior previsão.
De acordo com a Prefeitura, serão R$ 650 milhões, sendo R$ 253 milhões para Saúde e R$ 123 milhões para Educação.
Em Arujá, o valor previsto para o ano que vem é de R$295,3 milhões.
Com o quinto maior orçamento, Ferraz de Vasconcelos deve ter a disposição do próximo prefeito cerca de R$ 356,4 milhões, pouco a mais que a cidade de Poá, que prevê orçamento de R$ 326,5 milhões. Guararema aparece com o sétimo maior montante previsto, cerca de R$ 224 milhões.
Em seguida, aprece Santa Isabel com R$ 164,8 milhões e Salesópolis com R$ 45 milhões.
Na cidade de Biritiba Mirim, o projeto de Lei Orçamentária ainda não foi elaborado. Entretanto, o prefeito do município, Walter Tajiri (PTB), chegou a dizer que o orçamento para 2021 não passará muito do aprovado para este ano, R$ 88,9 milhões.
A Lei Orçamentária é elaborada pelo Poder Executivo, que estabelece e estima as receitas fixas e as despesas de cada governo para o exercício do ano seguinte. Nessa lei, deve estar discriminado todo o planejamento de gastos que define as obras e serviços prioritários no município, levando em consideração os recursos disponíveis.
O orçamento anual visa concretizar os objetivos e metas propostas no Plano Plurianual (PPA), segundo as diretrizes estabelecidas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).