A Delegacia Central e o 2º Distrito Policial (DP) do Boa Vista lideram em registros de casos de assassinatos neste ano, em Suzano. Cada uma contabilizou quatro casos entre janeiro a julho. Já o 1º Distrito Policial, que atende a região de Palmeiras, computou apenas um caso.
Na contramão, a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) não registrou casos deste crime. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo.
Dos quatro casos de homicídio contabilizados pela Delegacia Central, dois ocorreram em janeiro e outros dois em fevereiro. No entanto, a delegacia também registrou um caso de latrocínio, roubo seguido de morte, no segundo mês do ano. Em relação a tentativa de homicídio, foram computados quatro casos. Sendo um em janeiro, dois em fevereiro e um em março. Além disso, a delegacia contabilizou três homicídios culposos por acidente de trânsito, quando não há intenção de matar. Um deles aconteceu em janeiro e outros dois em junho.
O 2º Distrito Policial também registrou quatro casos de homicídio, sendo um em janeiro, outro em fevereiro, um em março, além de um em maio. A delegacia também computou duas tentativas de homicídio. Uma em março e outra no último mês. Já de casos de homicídio culposo por acidente de trânsito foram cinco.
No 1º Distrito Policial os números são menores. Apenas um caso de homicídio – março - e um de tentativa de homicídio – abril - foram contabilizados. Por outro lado, entre as delegacias da cidade foi a que mais registrou números de homicídio culposo por acidentes de trânsito. Ao todo, foram sete, sendo um em janeiro, um em abril, outro em junho e quatro em julho.
Enquanto isso, a Delegacia de Defesa da Mulher está zerada. De acordo com a delegada titular da DDM, Silmara Marcelino, esse resultado se deve aos trabalhos contra violência doméstica. “É difícil registrarmos casos de feminicídio. Mas todos os trabalhos que fazemos, de acolher as mulheres, ajuda que a vítima denuncie antes que acontece um crime como este. Por quando começa uma ameaça ou agressões, pode resultar no feminicídio”, frisa.