A Polícia Militar (PM) aguarda a definição dos locais de votação para estruturar as escalas de serviço nas eleições municipais da região. De acordo com o 32º Batalhão da Polícia Militar Metropolitano (32° BPM/M), a Justiça Eleitoral só deve divulgar os pontos de votação em Suzano, Poá e Ferraz de Vasconcelos, próximo a data do 1º turno das eleições, marcado para 15 de novembro.
Conforma nas últimas eleições, a PM realiza a escolta e garante a segurança nos locais de votação, principalmente para combater bocas de urna.
Na última eleição, em 2016, por exemplo, o 32° BPM/M realizou o policiamento em 146 locais de votação. Em Suzano foram 75 locais, em Poá foram 31 e Ferraz de Vasconcelos teve 40.
Uma reunião entre a Justiça Eleitoral e o Comando da Polícia Militar, a fim de detalhar as estratégias referentes à segurança, deve ser realizada antes das eleições para ser definido todas as ações que serão feitas na véspera e no dia da eleição.
O 32ª Batalhão vai atuar nos pontos estabelecidos pela Justiça Eleitoral nas três cidades citadas. O grupo exercerá a escolta na distribuição das urnas nos locais de votação.
Policiais afastados
Conforme publicado pelo DS nesta semana, a PM afirmou que o afastamento dos sete policiais candidatos as eleições municipais deste ano não vai impactar na segurança da região. De acordo com o 32º BPM/M, foram realizados ajustes operacionais necessários para que esta situação temporária não afete o policiamento ostensivo em Suzano, Poá e Ferraz de Vasconcelos, cidades atendidas pelo comando.
Ao todo, 12 policiais do Alto Tietê, que vão disputar as eleições municipais, serão afastados do cargo. Destes, sete são da PM e cinco da Polícia Civil. As candidaturas são tanto para o cargo de vereador quanto para o de prefeito.
Na área do 32º BPM/M, sete policiais militares foram afastados do cargo em 15 de agosto. Dois deles são de Suzano, dois de Poá e três de Ferraz de Vasconcelos.
Segundo a PM, o afastamento dos policiais militares para participar do pleito eleitoral é, a princípio, de caráter temporário, sendo assim, constam ainda como efetivos, porém temporariamente afastados de suas funções. Além disso, a polícia destacou que ao final do pleito, caso sejam eleitos, serão exonerados de seus cargos, só então poderão ser substituídos. Caso não sejam eleitos retornarão às suas atividades normais.