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CPTM

Sala que atende vítimas de violência ou importunação sexual é inaugurada

Espaço foi criado com intuito de atender mulheres que foram vítimas de violência ou importunação sexual

02 outubro 2020 - 14h14 Por Thiago Caetano - de Suzano
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) inaugurou nesta quinta-feira, na Estação Suzano, o Espaço Acolher, que faz parte do projeto "Movimento por Elas" da própria companhia, lançado em março de 2020. O espaço foi criado com intuito de atender mulheres que foram vítimas de violência ou importunação sexual e vale tanto para passageiras quanto para colaboradoras da estação.
 
A mulher que sofrer algum crime pode procurar um colaborador da estação. Elai será encaminhada até a sala, separada do agressor, e lá um funcionário qualificado e preparado para lidar com a situação ajudará a vítima, orientando sobre os próximos passos. "A recomendação é que a vítima leva o caso adiante e denuncie, mas ela pode optar por não fazer isso. A sala é reservada e bastante acolhedora. É um espaço segregado dentro da estação com um atendimento humanizado e com muita privacidade, em uma sala diferente do agressor" explicou Viviane Vizioni, chefe do setor de departamento de relacionamento com o passageiro da CPTM.
 
Além de Suzano, Mogi das Cruzes também conta com uma sala localizada nas dependências da Estação Mogi das Cruzes. Com isso a CPTM chegou a 29 salas inauguradas, das 35 previstas até o fim de 2020. 
 
Primeira-dama Larissa visita local de acolhimento na Estação de Suzano
 
A presidente do Fundo Social de Solidariedade de Suzano, a primeira-dama Larissa Ashiuchi, a convite da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), visitou nesta quinta-feira (1º) a sala “Espaço Acolher”, que passou a funcionar nas dependências da estação da cidade. 
Trata-se de um local reservado para atendimento de mulheres vítimas de assédio sexual ou importunação no ambiente ferroviário. 
 
A implantação desse serviço foi uma solicitação da primeira-dama e do prefeito Rodrigo Ashiuchi à empresa estadual. 
 
O objetivo é prestar acolhimento humanizado e com privacidade às vítimas – passageiras e colaboradoras – de assédio nos trens e nas estações.
 
Até o momento, 15 locais na capital já contam com este atendimento, que foi lançado em março deste ano. 
 
No Alto Tietê, apenas Ferraz de Vasconcelos com este serviço atualmente.

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