O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado (Sieeesp), descartou ingressar com ação solicitando a liberação das aulas regulares para as dez cidades do Alto Tietê. Na semana passada, o sindicato ingressou com ação pública para o retorno das aulas na cidade de São Paulo.
O Alto Tietê entrou na fase verde no dia nove de outubro, e de acordo com o planejamento estadual, regiões que estão na fase verde do Plano São Paulo por 14 dias consecutivos, em que há queda nas infecções pela Covid-19, poderiam autorizar o funcionamento das escolas com até 70% dos estudantes. Entretanto, o Governo do Estado estabeleceu que as 645 cidades do estado teriam autonomia para decidir se vão ou não acompanhar o cronograma previsto pelo Estado para o retorno presencial às aulas nas redes pública e privada, cabendo às prefeituras a decisão.
Nas cidades que permitiram o retorno presencial, apenas estudantes do ensino médio podem voltar a ter aulas regulares na escola; nas outras etapas, o retorno só é possível para atividades extracurriculares, como aulas de idiomas e esportes.
Ação do sindicato
Segundo o Sieeesp, a ação pede que a Prefeitura de São Paulo apresente estudos que demonstrem os riscos que a retomada das atividades regulares de ensino infantil e fundamental promoveriam para o incremento da Covid-19 em comparação com a realização de atividades extracurriculares e em comparação com atividades de outros setores econômicos (como casas de festas, eventos com até 600 pessoas). As informações podem ser consultadas no site do sindicato: www.sieeesp.org.br