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Cidades

Dia das Crianças: Procon alerta para golpes em compras online

Por conta da pandemia, muitos consumidores optarão por fazer compras pela Internet

10 outubro 2020 - 22h22 Por Fernando Barreto - de Suzano
O Procon alerta os consumidores para golpes ao realizar uma compra pela Internet. Por conta da Pandemia da Covid-19, muitas pessoas vão preferir fazer compras onlines a fim evitar aglomeração. 
 
Segundo o órgão muitas pessoas podem ser vítimas de golpes durante esse período. Ao optar por fazer uma compra de casa, os consumidores devem prestar atenção em páginas falsas que contém promoções exageradas. Muitas delas, copiam formatos de redes bastante conhecidas da população. Outros golpes mais comuns são: clonagem de cartões crédito e boletos falsificados. O Procon recomenda as pessoas a ficarem atentas com o endereço das páginas e verificar se não trata de uma falsificação. 
 
Antes de efetuar qualquer compra, o órgão orienta os consumidores a fazerem uma pesquisa de preço em mais de um estabelecimento "e que sempre mantenha armazenados as notas fiscais e comprovantes de pagamentos para requisitar reembolso, caso necessário". Com a proximidade do Dia das Crianças, a procura por brinquedos tende a crescer. O Procon alerta para que os pais estejam sempre atentos e que os produtos comprados presencialmente ou via internet "precisam ter o selo de qualidade do Inmetro e que devem ser adequados às faixas etárias, para evitar acidentes". 
 
Wesley de Oliveira, gerente de uma loja na General Francisco Glicério, no Centro de Suzano comemora a volta após a quarentena. "O fluxo voltou bem forte. Isso é bom. As empresas não têm produtos para o Brasil inteiro, as constas estão altas. O movimento está contínuo por causa da volta", disse Wesley.
 
O socorrista Daniel Rodrigues sempre fica atento as recomendações de segurança. "Busco por brinquedos como pião, ioiô. Geralmente esses. Olho procuro olhar o selo de segurança pra levar o brinquedo", disse Daniel. Andreia Soares, de 32 anos, sempre procura por qualidade, segurança e claro, o preço, pelo fato de que sua filha ainda é bem pequena, com 4 anos de idade: "Qualidade, segurança e preço. Coisa muito pequena eu não compro. Ela gosta muito de boneca. Ainda não comprei o presente pois ela gosta de coisa muito cara", brincou Andréia. O auxiliar de produção Wallace Cabral também fica atento ao realizar uma compra para sua filha. "Ela gosta muito de boneca, pelúcia. Sempre vejo se possuí selo, pela segurança dela", contou.

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